Este material é continuação da publicação anterior sobre os Adventistas e sua história e doutrina, assim como os Testemunhas de Jeová e sua história e doutrina.
Meu objetivo não é lançar disputas sobre este ponto, ou qualquer outro ponto doutrinário, este blog tem uma pauta, que é apresentar as medidas da história se repetindo. Sou Adventista do Sétimo Dia, e tenho uma fé em acordo com este segmento religioso. Mas meu compromisso com Deus me leva a apresentar que existe um Deus fazendo com que medidas da história se repitam sem intervenção humana. Ou seja, que Ele monitora todas as medidas da história. E consciente a minha missão prossigo para alvo.
Para uma ou outra pessoa, pode ser uma petulância minha neste sentido eu comparar a história religiosa de muitas igrejas como ocorre neste espaço. Mas veja, eu vivo de certa liberdade de expressão tanto na Igreja Adventista, como diante de nosso Deus. E para mim isto basta.
Muitos podem hoje questionar: "Não seria melhor falar da cruz de Cristo?" Mas não houve medidas para chegar até a data da crucificação de Jesus o Messias? Quem apresenta estas medidas não estão falando da cruz? Ou existe cruz sem história ou medidas?
Entenda cada um dos que acham que entender medidas e a ação de Deus nelas, é perder tempo. Se as medidas não fosse importantes, para proclamar a gloria de Deus não estaria na bíblia. Deus fez questão de apresentar estas medidas que se repetem de varias formas. Assim como uma pessoa ao andar pelos lugares permitidos do santuário poderiam andar em direção a Deus ou para longe dele. Pense nisto.
Na matéria abaixo você entenderá que as medidas da história se repetem, neste caso, novamente estarei apontando a saída do cativeiro, tanto o cativeiro babilônico, como assírio. Você poderá notar que para "os grupo de estudiosos da bíblia" testemunhas de Jeová o final do tempo dos gentios se deu no ano 1914, e para "o movimento milerita " os adventistas o final do tempo dos gentios é no ano de 1798.
Você já deve ter visto eu apresentar o cativeiro babilônico tendo como saída do ano 606 ao ano 605 AC. Assim como outras datas. E talvez você fique confuso pensativo em que data realmente se deu o inicio deste cativeiro? Este ponto estarei apresentando explicando na próxima postagem. Apesar que já apresentei em uma postagem um pouco sobre as dificuldades de datas duplicadas para o mesmo evento.
Mas eu presentarei apresentando medidas, não suposições. Vou seguir o mesmo principio de apresentar a gloria de Deus em medidas.
Então vamos a história.
CATIVEIRO BABILONICO.
SEGUNDO EXPLICAÇÃO ATUAL DOS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ. 2520 anos.
Na contagem profética de tempo na Bíblia, calcula-se um ano lunar como tendo 360 dias. Portanto, um ano ou “tempo” simbólico teria 360 anos calendares. Sete “tempos” ou “anos” simbólicos seriam assim 7 × 360, ou 2.520 anos. Contados a partir de 607 AEC, quando Jerusalém, “a cidade do grande Rei”, foi destruída pelo “servo” de Jeová, Nabucodonosor, e assim Jerusalém começou a ser pisada pelos gentios, esses 2.520 anos terminariam em meados do segundo semestre do ano 1914 de nossa Era Comum. 2520 ANOS 1914 607 CATIVEIRO BABILONICO
CATIVEIRO ASSIRIO.
O cativeiro assírio é o termo dado ao evento ocorrido após a queda de Israel, em que o povo de Israel foi levado para a Assíria e para a Média no ano 722 a.C CATIVEIRO ASSIRIO 722 AC
FIM DOS 1260 ANOS 1798 NA VISÃO ADVENTISTA.
A prisão do Papa Pio VI ocorreu em 15 de fevereiro de 1798, pelas tropas francesas comandadas pelo general Louis-Alexandre Berthier, durante as Guerras Revolucionárias Francesas. Os franceses invadiram Roma, proclamaram a República Romana e, após o Papa recusar renunciar à sua autoridade temporal, ele foi levado cativo para a França, onde morreu em 1799
O general Berthier marchou para Roma, entrou sem oposição em 10 de fevereiro de 1798 e, proclamando uma República Romana, exigiu do papa a renúncia à sua autoridade temporal.
Após sua recusa, Pio foi feito prisioneiro e, em 20 de fevereiro, foi escoltado do Vaticano a Siena e daí até a Certosa, perto de Florença. A declaração de guerra francesa contra a Toscana levou à sua remoção (ele foi escoltado pelo espanhol Pedro Gómez Labrador, marquês de Labrador) por Parma, Placência, Turim e Grenoble até a cidadela de Valence, a principal cidade de Drôme, onde morreu seis semanas após sua chegada, em 29 de agosto de 1799, depois reinou mais do que qualquer papa.
Toda matéria deste espaço são material de pesquisa e podem passar por revisões nesta matéria, assim como em outra matéria futura.
Tenha um bom dia.