As medidas da história evidência que os homens nada são. Seus projetos, seus objetivos só podem ser alcançados quando o limites de Deus o permite. Devemos ter em mente que a permissão não é exatamente o que Deus planeja. E que Deus, não planeja tudo que Ele permite.
Algumas datas desta linha já foram publicadas neste espasso. Para saber mais sobre estas datas basta rever as postagens anteriores.
537 AC
O ano de 537 antes de Cristo (a.C.) é um dos marcos mais importantes da história religiosa ocidental e do judaísmo, pois registra o fim do Cativeiro Babilônico e o Retorno a Sião. Logo após a conquista de Babilônia pelo Império Persa em 539 a.C., o rei Ciro, o Grande emitiu o famoso Decreto de Ciro (entre 538 e 537 a.C.). Este decreto deu aos povos dominados a liberdade de retornar às suas terras natais e praticar suas próprias religiões.
Fundação do Segundo Templo:
Entre os anos de 537 a.C. e 536 a.C., foram lançados os alicerces estruturais para erguer o Segundo Templo de Jerusalém, substituindo o templo de Salomão que havia sido destruído pelos babilônios.
607 DC
Na história religiosa, o ano de 607 d.C. é um marco fundamental para a consolidação do papado e da estrutura da Igreja Católica, centralizado na relação entre o Imperador Bizantino Focas e o Papa Bonifácio III.O principal acontecimento desse ano foi o Decreto de Focas, no qual o imperador declarou formalmente que a Sé de Roma (o Papa) era a "cabeça de todas as igrejas" e a detentora exclusiva do título de "Bispo Universal".
A historia religiosa 607 DC focios Na história religiosa, o ano de 607 d.C. é um marco fundamental para a consolidação do papado e da estrutura da Igreja Católica, centralizado na relação entre o Imperador Bizantino Focas e o Papa Bonifácio III.
O principal acontecimento desse ano foi o Decreto de Focas, no qual o imperador declarou formalmente que a Sé de Roma (o Papa) era a "cabeça de todas as igrejas" e a detentora exclusiva do título de "Bispo Universal"
O Contexto Histórico e Político
Naquela época, havia uma disputa intensa de poder e prestígio teológico entre:
- Roma: Liderada pelo Papa.
- Constantinopla: A capital do Império Bizantino, onde o Patriarca local (na época, Ciríaco) reivindicava para si o título de "Patriarca Ecumênico" ou "Bispo Universal".
O imperador Focas, que havia assumido o trono por meio de um golpe militar violento em 602 d.C., precisava de forte apoio político no Ocidente. O Papa Bonifácio III, que anteriormente tinha sido embaixador (legado) em Constantinopla, mantinha uma excelente relação com o imperador.
O Impacto do Decreto de 607 d.C.
Ao promulgar o decreto imperial em 607 d.C., Focas interveio diretamente na disputa eclesiástica:
- Fim das pretensões de Constantinopla: Retirou a autoridade do título universal do Patriarca de Constantinopla.
- Primado Papal Legal: Registrou na lei imperial bizantina a supremacia do Bispo de Roma sobre todo o cristianismo. Embora a Igreja de Roma já defendesse essa primazia por tradição (a sucessão do Apóstolo Pedro), o ato de Focas deu uma validação política e jurídica decisiva ao cargo papal.
Diferentes Visões Históricas e Teológicas
O episódio de 607 d.C. repercute até hoje de maneiras distintas entre as tradições religiosas:
- Perspectiva Católica: A Igreja encara o decreto não como a "criação" do papado, mas sim como o reconhecimento legal de uma primazia espiritual que já existia desde São Pedro.
- Perspectiva Protestante: Muitas vertentes do protestantismo histórico apontam o ano de 607 d.C. e o decreto de Focas como o verdadeiro nascimento do papado institucionalizado, argumentando que o poder dos papas se consolidou por meio de alianças e decretos políticos humanos, e não por instituição divina.
- Visão no Espiritismo: Na obra literária de cunho histórico-espiritual A Caminho da Luz (psicografada por Chico Xavier), o autor espiritual Emmanuel cita expressamente o ano de 607 d.C. e o imperador Focas como o marco inicial da cristalização do poder político e temporal do Papado na Idade Média
Na visão adventista.
Inicio da supremacia papal. 533 a 538
O imperador bizantino Justiniano já havia emitido um decreto em 533 d.C. reconhecendo o Bispo de Roma como o "cabeça de todas as igrejas". No entanto, esse decreto só pôde entrar em vigor prático em 538 d.C., quando o general Belisário expulsou os Ostrogodos (que eram arianos e barravam o poder papal) de Roma. Os Ostrogodos foram o terceiro dos "três chifres" arrancados da cabeça da besta de Daniel 7.
A aberturas políticas e territoriais com o fim dos Ostrogodos (arianos) favorece a vida de supremacia papal. Antes da expulsão dos arianos seria impossível o decreto surgir algum efetivo na prática. O ano 538 DC é a saída para este período de poder.
Mas veja. 607-1260 anos = 653 AC
A Expulsão dos Assírios do Egito em 653 a.C. marcou o fim do domínio do Império Neoassírio sobre a região e consolidou a independência egípcia sob a 26ª Dinastia (Época Saíta), liderada pelo faraó Psamético I .
Ruptura pacífica: Devido às crises internas no coração de seu império, os assírios não conseguiram enviar exércitos para reprimir a revolta, permitindo que o Egito reconquistasse a soberania de forma definitiva por volta de 653 a.C.
537 DC
O Fim Oficial do Paganismo Egípcio De acordo com os relatos do historiador Procópio de Cesareia, o ano de 537 d.C. também marca o encerramento formal da antiga religião egípcia:
Por ordem do imperador Justiniano I, o comandante Narses fechou os templos da ilha de Philae, que eram os últimos santuários ativos dedicados aos deuses egípcios (como Ísis e Osíris). Os sacerdotes foram presos e as estátuas divinas foram enviadas para Constantinopla.
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A construção religiosa remonta períodos repetitivos. Não existe dúvida que quem monitora estes períodos tem que ser um Deus eterno. Nenhum homem vive o suficiente para monitorar períodos tão extenso. Acreditar que todas as medidas apresentadas neste espasso são eventos do acaso, seria um pensamento muito simplório.
O Egito sempre foi um refúgio.
10. Ora, havia fome naquela terra; Abrão, pois, desceu ao Egito, para peregrinar ali, porquanto era grande a fome na terra.
(Gênesis, 12)
41. Disse mais Faraó a José: Vê, eu te hei posto sobre toda a terra do Egito.
(Gênesis, 41)
Os embates religiosos no Egito e outros eventos sempre marcaram a história religiosa. O Egito muitas vezes foram um lugar de abrigo do povo de Deus. Em outros momentos de conflito intenso.
A religiosidade egípcia assim como a judaica, como a cristã, sempre foi muito ativa neste mundo. Mas o Deus que monitora todos estes períodos, não quer que você se acomode na terra do Egito.
O Egito universal, a Babilônia e tantos impérios não é nosso lugar. Somos peregrinos neste mundo. Pense nisto.
Todas as matérias deste espaço são materiais de pesquisas, e podem ter atualizações futuras, nesta ou em outras matérias.
Tenha um bom dia e compartilhar é construir..