sexta-feira, 16 de outubro de 2026

607 aAC e 607 DC

 A HISTORIA RELIGIOSA.

Como estou em trabalho é sem acesso ao compultador, estou postando esta linha de tempo na vertical. Assim que for possível  postarei na horizontal.  

Toda história humana e suas ambições estão registradas na história com limites definidos por Alguem maior que qualquer ser humano.  Nem tudo Deus aprova, mas permite a história religiosa se repetir em periodos semelhantes para colocar os seres humanos no seu devido lugar. 






Em 607 d.C., o Papa Bonifácio III obtennu do imperador bizantino Focas um decreto imperial que reconheceu a sé de Roma e o bispo romano como a "cabeça de todas as igrejas" e o Bispo Universal.


Principais Fatos do Evento


• O Papa envolvido: Bonifácio III foi o 66º Papa da Igreja Católica, assumindo o pontificado em fevereiro de 607 d.C. e falecendo em novembro do mesmo ano.

• O Imperador: O imperador bizantino Focas emitiu o decreto que oficializou o título.

• O Conflito de Títulos: Antes disso, o título de "Patriarca Ecumênico" (universal) vinha sendo reivindicado pelo patriarca de Constantinopla (Ciriaco), algo que o antecessor Papa Gregório I (o Grande) criticava severamente por considerar orgulhoso.

• Objetivo Político: Focas apoiou o bispo de Roma para enfraquecer a influência política e eclesiástica de Constantinopla.

• Impacto Histórico: O decreto consolidou de maneira formal a primazia jurisdicional do bispo de Roma sobre toda a cristandade ocidental.

Gostaria de saber mais sobre a diferença entre o papado primitivo ou a visão protestante e católica sobre esse decreto de 607 d.C.?

Wikipedia

Papa Bonifácio III – Wikipédia, a enciclopédia livre

- Papa Bonifácio III: 66º Papa da Igreja Católica (19 fev 607 – 12 nov 607). - Nascido em Roma (540), ascendência grega. Filho de João Cataadioce. - Morte: 12 n...

horizontevariavel.org

A História do Papado - Horizonte Variável

14 de mar. de 2025 — Em 607 d.C., o imperador Focas, em conflito com o Patriarca de Constantinopla, Ciriaco, reconheceu oficialmente o bispo de Roma, Bonifácio III, como o único Bis...

Facebook·Hernandes Dias Lopes

JESUS, O BISPO UNIVERSAL DA IGREJA Quando em 604 d.C. ...

26 de jul. de 2013 — JESUS, O BISPO UNIVERSAL DA IGREJA Quando em 604 d.C., o Imperador Focas nomeou Gregório I, bispo de Roma como bispo universal, ele recusou terminantemente o tí...

Christianity Stack Exchange

O que exatamente o Papa Gregório Magno quis dizer com ...

Conteúdo traduzido — Portanto, deve haver necessariamente um contexto para sua declaração, e encontrei uma explicação aqui: Papa Gregório Magno e a controvérsia do "Bispo Universal"

    

A IA pode cometer erros. Por isso, cheque as respostas        


história religiosa 537 antes de Cristo


      

        No ano de 537 antes de Cristo (a.C.), o principal marco da história religiosa foi o fim do Cativeiro Babilônico e o retorno do povo judeu a Jerusalém para reconstruir o Templo. Esse movimento deu início ao período conhecido como o Judaísmo do Segundo Templo.


O Contexto Histórico e Religioso de 537 a.C.



📜 O Decreto de Ciro, o Grande


Após o Império Persa conquistar a Babilônia em 539 a.C., o rei Ciro II (Ciro, o Grande) emitiu um decreto (frequentemente associado ao teor do célebre Cilindro de Ciro) permitindo que os povos exilados retornassem às suas terras natais e reconstruíssem seus templos. Entre 538 a.C. e 537 a.C., esse decreto permitiu que o primeiro grupo de judeus iniciasse a longa jornada de volta a Judá.


🏛️ O Retorno a Jerusalém e as Profecias


De acordo com os relatos bíblicos (especialmente no Livro de Esdras), no outono de 537 a.C., os exilados judeus restabeleceram o altar em Jerusalém. Sob a liderança do governador Zorobabel e do sumo sacerdote Josué, os alicerces do Segundo Templo de Jerusalém começaram a ser lançados por volta desse período, marcando o renascimento espiritual da nação.

• Significado Profético: Para os estudantes da Bíblia, o ano de 537 a.C. cumpre a profecia do profeta Jeremias, que previa um exílio/domínio de 70 anos.


🕋 Impacto na Identidade e Teologia Judaica


O retorno em 537 a.C. transformou profundamente a religião:

• Centralidade das Escrituras: Distantes do templo físico durante décadas, os judeus focaram na preservação e compilação dos textos sagrados da Torá, consolidando as bases do monoteísmo estrito.

• Surgimento das Sinagogas: As reuniões locais de adoração e leitura da lei, nascidas durante o exílio, continuaram a se expandir.

• O Conceito do Messias: Com a perda da monarquia política ativa e a ascensão da autoridade dos sumos sacerdotes, desenvolveu-se fortemente o conceito teológico do Messias como o libertador espiritual e futuro monarca ideal

537AC

história religiosa 537 antes de Cristo
No ano de 537 antes de Cristo (a.C.), o principal marco da história religiosa foi o fim do Cativeiro Babilônico e o retorno do povo judeu a Jerusalém para reconstruir o Templo. Esse movimento deu início ao período conhecido como o Judaísmo do Segundo Templo. [1, 2, 3, 4]

O Contexto Histórico e Religioso de 537 a.C.
📜 O Decreto de Ciro, o Grande
Após o Império Persa conquistar a Babilônia em 539 a.C., o rei Ciro II (Ciro, o Grande) emitiu um decreto (frequentemente associado ao teor do célebre Cilindro de Ciro) permitindo que os povos exilados retornassem às suas terras natais e reconstruíssem seus templos. Entre 538 a.C. e 537 a.C., esse decreto permitiu que o primeiro grupo de judeus iniciasse a longa jornada de volta a Judá. [1, 2, 3]
🏛️ O Retorno a Jerusalém e as Profecias
De acordo com os relatos bíblicos (especialmente no Livro de Esdras), no outono de 537 a.C., os exilados judeus restabeleceram o altar em Jerusalém. Sob a liderança do governador Zorobabel e do sumo sacerdote Josué, os alicerces do Segundo Templo de Jerusalém começaram a ser lançados por volta desse período, marcando o renascimento espiritual da nação. [1, 2, 3]
  • Significado Profético: Para os estudantes da Bíblia, o ano de 537 a.C. cumpre a profecia do profeta Jeremias, que previa um exílio/domínio de 70 anos. [1, 2]
🕋 Impacto na Identidade e Teologia Judaica
O retorno em 537 a.C. transformou profundamente a religião:
  • Centralidade das Escrituras: Distantes do templo físico durante décadas, os judeus focaram na preservação e compilação dos textos sagrados da Torá, consolidando as bases do monoteísmo estrito. [1, 2]
  • Surgimento das Sinagogas: As reuniões locais de adoração e leitura da lei, nascidas durante o exílio, continuaram a se expandir. [1, 2]
  • O Conceito do Messias: Com a perda da monarquia política ativa e a ascensão da autoridade dos sumos sacerdotes, desenvolveu-se fortemente o conceito teológico do Messias como o libertador espiritual e futuro monarca ideal
537 DC

           O ano de 537 d.C. (depois de Cristo) foi um marco monumental para a história religiosa e arquitetônica mundial, caracterizado pelo ápice do poder do imperador bizantino Justiniano I e por intensas disputas na Igreja Católica Apostólica.

      
        O ano de 537 d.C. (depois de Cristo) foi um marco monumental para a história religiosa e arquitetônica mundial, caracterizado pelo ápice do poder do imperador bizantino Justiniano I e por intensas disputas na Igreja Católica Apostólica Romana.
Os principais acontecimentos religiosos desse ano foram:

1. A Inauguração da Basílica de Hagia Sophia (Santa Sofia)

O evento religioso mais marcante de 537 d.C. ocorreu em 27 de dezembro, quando a imensa catedral de Hagia Sophia foi oficialmente inaugurada e consagrada em Constantinopla (atual Istambul) pelo imperador Justiniano I e pelo patriarca Menas.
Superei-te, Salomão!": Segundo a tradição cristã, ao entrar no edifício e contemplar a grandiosidade de sua cúpula monumental — que parecia flutuar no espaço —, Justiniano exclamou essa famosa frase, fazendo referência ao rei bíblico que construiu o Primeiro Templo de Jerusalém.
Centro da Cristandade Oriental: Por quase mil anos, o edifício funcionou como a principal catedral do Império Bizantino e a sede do Patriarcado Ortodoxo de Constantinopla.
Significado Teológico: O nome "Hagia Sophia" traduz-se como "Sagrada Sabedoria", uma referência direta à segunda pessoa da Trindade cristã (Jesus Cristo, o Logos / a Sabedoria de Deus)

Turbulência e Intriga no Papado em Roma

Enquanto o Oriente celebrava conquistas arquitetônicas, o Ocidente enfrentava graves crises políticas e religiosas decorrentes da Guerra Gótica.
• Deposição do Papa Silverio: Em março de 537 d.C., o Papa Silverio foi deposto à força pelo general bizantino Belisário. Ele foi falsamente acusado de traição por conspirar com os ostrogodos (que sitiavam Roma). Na realidade, sua queda foi motivada por pressões da imperatriz bizantina Teodora, que apoiava secretamente a corrente teológica do monofisicismo (rejeitada por Silverio)
Ascensão do Papa Vigílio: Com a cadeira papal vaga devido à deposição forçada, o Papa Vigílio assumiu o pontificado em 29 de março de 537 d.C. com o apoio militar de Bizâncio.

O Fim de Silverio: O ex-papa Silverio foi exilado para a ilha de Palmarola, onde faleceu de fome ou maus-tratos em dezembro do mesmo ano, sendo posteriormente considerado mártir e santo pela Igreja Católica.

história religiosa 537 DC depois de Cristo

      
        O ano de 537 d.C. (depois de Cristo) foi um marco monumental para a história religiosa e arquitetônica mundial, caracterizado pelo ápice do poder do imperador bizantino Justiniano I e por intensas disputas na Igreja Católica Apostólica Romana.
Os principais acontecimentos religiosos desse ano foram:

1. A Inauguração da Basílica de Hagia Sophia (Santa Sofia)

O evento religioso mais marcante de 537 d.C. ocorreu em 27 de dezembro, quando a imensa catedral de Hagia Sophia foi oficialmente inaugurada e consagrada em Constantinopla (atual Istambul) pelo imperador Justiniano I e pelo patriarca Menas.
• "Superei-te, Salomão!": Segundo a tradição cristã, ao entrar no edifício e contemplar a grandiosidade de sua cúpula monumental — que parecia flutuar no espaço —, Justiniano exclamou essa famosa frase, fazendo referência ao rei bíblico que construiu o Primeiro Templo de Jerusalém.
• Centro da Cristandade Oriental: Por quase mil anos, o edifício funcionou como a principal catedral do Império Bizantino e a sede do Patriarcado Ortodoxo de Constantinopla.
• Significado Teológico: O nome "Hagia Sophia" traduz-se como "Sagrada Sabedoria", uma referência direta à segunda pessoa da Trindade cristã (Jesus Cristo, o Logos / a Sabedoria de Deus).

2. Turbulência e Intriga no Papado em Roma

Enquanto o Oriente celebrava conquistas arquitetônicas, o Ocidente enfrentava graves crises políticas e religiosas decorrentes da Guerra Gótica.
• Deposição do Papa Silverio: Em março de 537 d.C., o Papa Silverio foi deposto à força pelo general bizantino Belisário. Ele foi falsamente acusado de traição por conspirar com os ostrogodos (que sitiavam Roma). Na realidade, sua queda foi motivada por pressões da imperatriz bizantina Teodora, que apoiava secretamente a corrente teológica do monofisicismo (rejeitada por Silverio).
• Ascensão do Papa Vigílio: Com a cadeira papal vaga devido à deposição forçada, o Papa Vigílio assumiu o pontificado em 29 de março de 537 d.C. com o apoio militar de Bizâncio.
• O Fim de Silverio: O ex-papa Silverio foi exilado para a ilha de Palmarola, onde faleceu de fome ou maus-tratos em dezembro do mesmo ano, sendo posteriormente considerado mártir e santo pela Igreja Católica.

3. A Política Religiosa de Justiniano: "Uma Fé, Um Império"

O ano de 537 d.C. fez parte de um projeto maior de Justiniano para centralizar o poder religioso sob a coroa imperial (Cesaropapismo). O imperador buscou ativamente erradicar os resquícios do paganismo greco-romano, perseguir heresias e unificar a fé cristã sob o Credo de Calcedônia. Nesse período, ele decretou reformas legais que oficializavam o papel da Igreja como base moral e jurídica do remodelado Império Romano.

607 DC 

O ano 607 d.C. (depois de Cristo) é considerado um marco fundamental na história da organização e consolidação jurídica da Igreja Católica Apostólica Romana. O acontecimento central desse período gira em torno da definição oficial da autoridade do Papa.

O principal destaque da história religiosa no ano 607 d.C. foi:

O Decreto do Imperador Focas e a Primazia Papal

O pontificado do Papa Bonifácio III, que durou apenas alguns meses (de 19 de fevereiro a 12 de novembro de 607), alterou os rumos da Igreja.
• O Título de "Bispo Universal": Bonifácio III, valendo-se de sua boa relação com o imperador bizantino Focas, obteve um decreto imperial oficial estipulando que "a Sé do Bem-aventurado Pedro Apóstolo deveria ser a cabeça de todas as Igrejas".
• Fim da disputa com Constantinopla: O decreto determinava explicitamente que o título de "Bispo Universal" pertencia única e exclusivamente ao Bispo de Roma, proibindo o Patriarca de Constantinopla (Ciriaco II) de utilizá-lo.
Impacto Histórico: Historiadores e teólogos (especialmente de vertentes protestantes) costumam apontar o ano 607 d.C. como o nascimento formal do Papado moderno, pois foi a primeira vez que o primado romano foi ratificado e imposto por força de uma lei imperial secular sobre toda a cristandade.


Outras Reformas Eclesiásticas de 607 d.C.

Durante o seu breve período na liderança, o Papa Bonifácio III também convocou um sínodo em Roma que estabeleceu regras rígidas para as eleições papais.

Tambem temos o movimento de Clóvis que desencadearam a história de supremacia papal.






segunda-feira, 12 de outubro de 2026

Existem Erros Neste Blog?

Erros ou crescimento dos temas?

 Durante toda história do cristianismo existiu grande homens. 

Nenhum deles estavam livres de interpretação equivocadas sobre as doutrinas bíblicas. Mas todos eles apresentavam elementos da doutrina  importantes para seu tempo, e que são muito importantes para nós hoje.

É estranho imaginar que os que buscam fazer o mesmo hoje imaginarem estarem livres de deficiência em todos os pontos doutrinários. Não tenho esta pretensão de acreditar que este espaço só tem verdades inquestionáveis. Todas as verdade do passado foram ajustadas  suas bases e diretrizes. 

Muitas vezes eu estudo por vários meses ou noites, apesar de ter que trabalhar durante todo dia. E certamente nas minhas postagens podemos encontrar erros que não tive tempo para fazer as correções necessárias.   Outras vezes as postagens não foram terminadas por falta de tempo, e eu acabo  publicando  no blog . E por qual motivo faço deste jeito? 

Por ver sua importância acabo a publicando com receio de antes de terminar perder o raciocínio deixando   as correções para as  postagens futuras. Geralmente as imagens de linha de tempo também eu encontro erros após revisar depois de dias ou meses. 

Então podemos confiar nas postagens? 

Na verdade meu propósito é apresentar algo que você  precise estudar. Não tenho a pretensão de entregar tudo pronto.  Talvez resta mais uma pergunta: Por qual motivo não entregas as matérias todas prontas?

Acontece que não importa a matéria que eu publico, quase todas após retomar a correções encontro mais medidas relacionadas a mesmo tema. Ou seja, tenho duas opções, uma é reeditar a matéria toda, ou dar continuidade as medidas recém encontradas e precisando ser editada. Nem sempre tenho tempo para as duas ao mesmo tempo. Uma matéria pode ser encontrada suas medias em horas, mas sua edição pode precisar de dias para terminar a publicação. 

Quero que você entenda que não tenho tempo para me dedicar ao estudo e construção (deste templo) das matérias em tempo integral. Pois tenho que trabalhar para manter minha casa. Contudo louvo a Deus por isto. Estas matérias não são postagens produzidas por varias mãos, eu tenho que editar e produzir os gráficos e pesquisar as matérias pessoalmente. 

Resolvi publicar estas matérias como material de pesquisas, e não como material acabado. Quero que as pessoas que visitam este espaço, sejam na verdade estudantes das medidas de Deus, não somente, informados sobre as medidas. 

Eu não sou o centro (das  medidas do templo), mas Deus que pois limites a cada ocorrência religiosa neste mundo. Somente Ele apresentaria estas medidas de forma exata. Sou humano, apenas um humano. 

Tenha um bom dia. 

terça-feira, 6 de outubro de 2026

As 2300 Tardes e manhãs.

 As matérias deste espaço busca apresentar a história se repetindo de forma semelhante.  Os dois períodos de 2300 anos que foram apontados para um evento sobre o mesmo prisma de cálculo de 2300 anos, tem um desfecho semelhante. Veja: disse semelhante,  não iguais. 

Benjamin Nahawendi tentou apresentar que o Messias viria em 1357 a 1358, e o movimento milerita em 1843 ou 1844 esperavam o retorno de Jesus.  Tanto o judaísmo como o adventismo buscou dar orientações após  não se cumprirem suas  expectativas: que não deveriam as pessoas tentar descobrir  a datas  para estes eventos.   

Tanto o catolicismo como os adventistas tiveram de reorganizar e redefinir sua sede. Alinhar aspectos de liderança conforme você verá abaixo. 

Benjamin Nahawendi foi o pioneiro que mais se aproxima da forma de calculo do movimento millerita.  Dia ano. Alguns até acreditam que a forma dos Mileritas de calcular os 2300 anos foi baseado no método de Benjamin Nahawendi. Mas não existem evidências claras a este respeito.  

Veja a linha de tempo abaixo. 




Poderia a semelhança nos períodos e acontecimentos ser uma obra do acaso? Já apresentei neste espaço que fazer cálculo para descobrir quando ocorrerá a volta de Jesus não é apoiadas nas escrituras.  Mas que por outro lado admiro o desejo destes de ver suas expectativas se cumprindo. Enquanto vivemos em um mundo onde as expectativas de uma solução para este mundo está quase desaparecendo. 

Eles erraram nos seus cálculos. Mas deixaram na história evidências que existe um Deus controlando os limites da história. 

VAMOS A HISTÓRIA.  

Concílio de Constança:  1417, o concílio buscou sanar a divisão de autoridade papal entre Roma, Avinhão e Pisa.

• Eleição de Martinho V: Em 11 de novembro de 1417, o cardeal Oddone Colonna foi eleito papa, adotando o nome de Martinho V.

Retorno a Roma: A eleição unificou novamente a Igreja sob um único líder legítimo e restabeleceu a sede do papado em Roma, encerrando 40 anos de crise institucional

Igreja Adventista. 

A Grande Crise e Reorganização Global (1901–1903)

Até o ano de 1900, a igreja operava sob um modelo altamente centralizado em Battle Creek, Michigan (EUA). O crescimento internacional tornou a liderança da Associação Geral ineficaz para gerenciar as decisões cotidianas de campos distantes.

• A Sessão da Conferência Geral de 1901: Realizada em abril, foi o divisor de águas. No dia anterior à abertura, Ellen White declarou firmemente que "Deus quer uma mudança... bem aqui... agora mesmo", criticando o acúmulo de poder ditatorial ("poder real") nas mãos de poucos administradores.

• Criação das Uniões (1901): Os delegados aprovaram a criação das Uniões-Associações, um nível intermediário de governo que agrupava associações locais. Isso deu autonomia regional para a tomada de decisões na Europa, Austrália e outros continentes, descentralizando o comando de Battle Creek.

• Mudança Temporária de Liderança: Para mitigar a centralização de poder, o cargo de "Presidente da Associação Geral" foi temporariamente abolido em 1901, substituído por um cargo de "Presidente do Comitê Executivo" liderado por Arthur G. Daniells. O cargo de Presidente formal foi restabelecido na sessão de 1903.

• Dissolução de Entidades Independentes: Sociedades médicas e de publicações que antes agiam de forma paralela e independente (como as lideradas pelo Dr. John Harvey Kellogg) foram integradas como departamentos oficiais da estrutura da igreja.

• Mudança da Sede Mundial (1903): Após incêndios devastadores no Sanatório de Battle Creek e na Review and Herald (editora da igreja) em 1902, a liderança interpretou os eventos como um aviso divino para descentralizar as instituições. Em 1903, a sede administrativa mundial foi oficialmente transferida de Battle Creek para Washington, D.C.

A relação entre a destruição de Siló no ano 942 a.C. e o início da profecia dos 2.300 anos (de Daniel 8:14) faz parte de uma interpretação histórica e escatológica do estudioso caraíta Benjamin Nahawendi (século IX d.C.


• Ele calculou as "tardes e manhãs" de Daniel como anos literais.

• Definiu a destruição de Siló no ano 942 a.C. como o marco inicial.

• Ao SUBTRAIR os 2.300 anos a partir de 942 a.C., ele previu que o Messias chegaria no ano 1358 d.C. 

A Destruição: A Bíblia (em Salmos 78 e Jeremias 7) relata que Deus abandonou o santuário de Siló devido à corrupção do povo, permitindo que os filisteus capturassem a Arca. Embora a arqueologia moderna tenda a datar essa destruição por volta de 1050 a.C., cronologias rabínicas e medievais antigas (como a usada por Nahawendi) estimaram o evento em 942 a.C.

Partindo desta data 942 AC ele chegou no ano 1358 DC.  Partindo do ano 457AC os mileritas chegaram a 1843-1844.  

Mas veja, estaria Benjamin Nahawendi errado em estabelecer sua saida de 942AC ? Ou os arqueólogos modernos estão equivocados? Será que as medidas repetidas da história estaria apontando para direção correta? 

Não temos como saber com certeza.  Mas não deixa de ser uma advertência a todos que creem cegamente nas datas apontadas por arqueólogos modernos.   Mas como disse em outras matérias as datas podem ter mais de uma saída.  Creio que o estudo destes períodos repetitivos podem ser útil para a história religiosa no futuro.  

Assim como as medidas da história se repetem de forma semelhante, assim as medidas do santuário se repetem.  

Os assuntos postados neste espaço não tem como objetivo descobrir acontecimentos futuros,  mas tirar dos acontecimentos e suas medidas da história lições  que existe um Deus limitando acontecimentos históricos segundo Suas medidas, não segundo os sonhos humanos. 

As datas e ocorrências desta linha de tempo serão acrescentando mais tarde. 

Reflita.  Quem é grande se quem limita as ocorrências e este é Deus. 

Tenha um bom dia. 

20. Disse Daniel: Seja bendito o nome de Deus para todo o sempre, porque são dele a sabedoria e a força.

21. Ele muda os tempos e as estações; ele remove os reis e estabelece os reis; é ele quem dá a sabedoria aos sábios e o entendimento aos entendidos.

22. Ele revela o profundo e o escondido; conhece o que está em trevas, e com ele mora a luz.

(Daniel, 2)

Assim como Daniel eu dou graças a Deus revelar quem é grande.


domingo, 4 de outubro de 2026

OS PERÍODOS DO CATIVEIROS BABILÔNICO.

 Imaginar que os períodos ligados a história religiosa não têm alguém monitorando estes acontecimentos, seria uma distorção histórica grave. Seria o mesmo que imaginar que este mundo foi algo do acaso.  Que suas medidas exatas são tudo por causa de uma explosão. 

Tudo tem seus limites.  Tudo tem suas saídas e entradas. Então quem monitora as medidas deste santuário? Seria desproporcional imaginar que temos um tempo para todas as coisas? Jesus muita das vezes disse: "ainda não é meu tempo." 

Em Eclesiastes afirma: "tudo tem seu tempo".  A intelectualidade responsável pela interpretação da Bíblia sagrada, não pode atrazar o crescimento  deste conhecimento. As medidas da história será um testemunho eterno.  

As medidas do templo de Deus se repete na história. As vezes pode estas medidas parecerem confusas. A linha de tempo abaixo é um exemplo. 


Para mundo judaico existe dois tempo de cativeiro . Um esta relacionado a cidade de Jerusalém.  O outro esta ligada ao período do templo de Salomão que foi destruído e reconstrido depois de 70 anos.

É totalmente compreensível esta divisão de tempo. Um período de 70 anos está sobre a cidade e os lideres do povo de Jerusalém.  O outro período sobre a liderança Sacerdotal do santuário. 

O que isto nos ensina?  

Pense nisto. 

domingo, 20 de setembro de 2026

História judaica e Adventista.

 


História da igreja adventista 1902 a 1904
 
 O período entre 1902 e 1904 foi um dos mais dramáticos, turbulentos e transformadores na História da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Esses anos foram marcados por incêndios literais de suas maiores instituições, crises teológicas profundas e uma mudança geográfica e estrutural que moldou o formato da igreja global até hoje. Abaixo estão divididos os principais marcos históricos desse período:
Os Grandes Incêndios de Battle Creek (1902)Até 1902, o epicentro do adventismo mundial ficava na cidade de Battle Creek, Michigan (EUA). Duas tragédias massivas foram interpretadas pela liderança e por Ellen G. White como avisos divinos contra a centralização excessiva e o desvio dos propósitos originais:  
Fevereiro de 1902: O Sanatório de Battle Creek, a maior e mais famosa instituição de saúde da igreja comandada pelo Dr. John Harvey Kellogg, pegou fogo e queimou até o chão.

Dezembro de 1902: A Review and Herald Publishing House, a principal editora da igreja, foi completamente destruída por um incêndio avassalador. No momento do incêndio, as prensas preparavam a impressão de um livro controverso de Kellogg.

 A Crise de Kellogg e a Aposta do Panteísmo (1902–1903)O renomado médico Dr. John Harvey Kellogg começou a divergir da liderança da igreja. Em 1902, ele escreveu o livro "The Living Temple" (O Templo Vivo), que continha conceitos de panteísmo (a ideia de que Deus está em todas as coisas da natureza, como nas árvores e nas flores, em vez de ser um ser pessoal).A liderança da Associação Geral, capitaneada por Arthur G. Daniells, rejeitou o livro.Ellen White apoiou Daniells e alertou fortemente a igreja contra essa "apostasia alfa", o que gerou uma ruptura que culminaria mais tarde na saída de Kellogg da denominação.

 A Sessão da Associação Geral de 1903 (Oakland)Após as grandes reformas estruturais iniciadas em 1901 (que criaram as "Uniões"), a Sessão da Associação Geral de 1903, realizada em Oakland, Califórnia, consolidou a nova constituição da igreja: Ficou formalmente reestabelecido o cargo de Presidente da Associação Geral (substituindo o comitê temporário de 1901), com Arthur G. Daniells assumindo a liderança focada na descentralização e no avanço missionário mundial.

A Mudança para Washington, D.C. (1903–1904) Seguindo os conselhos de Ellen White para saírem de Battle Creek e espalharem a obra por outros locais, a sede administrativa da Associação Geral e a Editora Review and Herald foram transferidas em 1903 para Washington, D.C. (mais especificamente na região de Takoma Park). Em 1904, os novos escritórios e as novas instalações começaram a operar a pleno vapor na capital americana, marcando uma nova era de expansão institucional e foco missionário global.

No Brasil: Consolidação e Expansão (1902–1904)Enquanto a sede mundial enfrentava crises e reestruturação nos EUA, o adventismo no Brasil dava passos firmes de organização regional:
1902: A liderança reorganizou a Missão Brasileira, elevando-a ao status de Associação Brasil (com sede provisória no Rio de Janeiro). Ela nasceu contando com 15 igrejas organizadas e 860 membros batizados.
1903: A escola missionária que funcionava em Gaspar Alto (SC) foi transferida e refundada em Taquari (RS) sob a direção do professor Emílio Schenk, lançando as bases para o desenvolvimento da educação adventista no sul do país.
1904: O trabalho de evangelização avançou no interior do Rio Grande do Sul. Em outubro de 1904, como fruto do esforço dos pastores Huldreich Graf e Ernesto Schwantes, surgiu o grupo de fiéis que daria origem à histórica Igreja de Rolante (uma das primeiras de língua portuguesa do país). 

A Crise de Liderança e o Afastamento de James WhiteEm agosto de 1865, James White (líder fundamental da igreja e então presidente da Associação Geral) sofreu um grave acidente vascular cerebral (AVC) devido ao esgotamento físico e ao estresse crônico. Ele ficou severamente debilitado e incapacitado para liderar.O conflito: Durante o longo período de recuperação de James, sua esposa, Ellen White, começou a insistir publicamente que os outros líderes da igreja e amigos mais próximos não estavam demonstrando o devido respeito, apoio e consideração pela liderança e sacrifício passados de seu marido.   

A tensão com os pioneiros: Isso gerou profundo mal-estar e ressentimento entre os Whites e seus amigos mais íntimos na liderança da sede em Battle Creek — incluindo figuras proeminentes como J. N. Andrews, J. N. Loughborough, Uriah Smith e George Amadon. 
Esses líderes sentiram-se injustamente acusados, criando um ambiente de desconfiança mútua e isolamento. O ápice dessa tensão administrativa ocorreu no primeiro semestre de 1867










Organização DA IGREJA ADVENTISTA.

 Que a graça de Cristo esteja com vocês. 

Os assuntos deste tema ou dados históricos não serão repetidos neste espaço.  Já tenho uma matéria anterior onde você poderá encontrar detalhes sobre a história. Do ano de 1833 com a queda das estrelas cadentes nos EUA moveu um grande número de pessoas a  despertar sobre assuntos ligados as profecias.  

Algumas das profecias estão na linha de tempo abaixo. Vou listar algumas.

2300 anos da profecia do livro de Daniel 8:14

1260 anos separado para os gentios segundo o livro Apocalipse 11:1 a 4

1290 anos assim como 1335 anos ligado ao livro de Daniel capítulo 12:11 e 12

490 anos separado para os povo judeu. Segundo o capitulo 9:20 ao 27.

E a profecia de Jesus que Jerusalém seria destruída assim como o templo. Mateus 24 verso 2. Veio se cumprir 70 DC




Se você não tem entendimento sobre estas profecias procure uma igreja Adventista. 

A Igreja não tem como base de fé que as medidas da história  se repetem  como ligado as medidas do templo. Até onde eu sei sobre seu entendimento, eles  tem como base  somente o tempo de 1260 anos têm ligação de alguma forma com o templo segundo as profecias. 

Eles creem que o lugar santíssimo tem ligação com a mensagem do templo segundo as profecias. 

Meu propósito com este blog não é  convencê-los sobre a possibilidade de que outras áreas do templo poderem ter significado semelhantes a área separada aos gentios.  Nem que existia várias classes de gentios que sua experiencia podem se cumprir em períodos semelhantes e com saídas ou entradas distintas.  

Meu propósito com estas publicações é apresentar que a luz é progressiva, e que Deus está no controle de todas as coisas não o homem.  Não importa se ele se intitulavam Adventista ou de qualquer denominação existente.  Toda luz mora com Deus, não com a sua instituição ou a minha.

Você aqui é convidado a sair da caixa de conhecimento parcialmente apresentado.  Não abandonar sua denominação. Mas por outro lado eu você temos que entender claramente que o povo que detem maoir conhecimento sobre as saídas e entradas do santuário é a igreja ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA. 

Para um crescimento mais vantajoso nestes pontos, estar na igreja Adventista é de grade valia para o presente e futuro.

Nenhuma igreja no mundo detem mais conhecimento ligado a fé cristã que a igreja Adventista.  

Estar fora da caixa não te fará melhor que os outros. Mas te dará uma aproximação mais valiosa no desenvolvimento cristão.  

Pense nisto. 

Se você acredita que esta postagem pode ser útil para alguém compartilhe. 

Tenha um bom dia.

sábado, 19 de setembro de 2026

História é doutrina?

Tudo que é novo assusta. Mas nem tudo que assusta é uma nova doutrina. 

Jesus e os dicipulos foram acusados de apresentar uma nova doutrina. Mas os elementos da mensagem apresentadas eram de fato retiradas  das doutrinas   do velho testamento.

Então com quem estava a dificuldades encontradas para imaginar que eles apresentavam uma nova doutrina? Nos próprios que acusaram.

As medidas da história apresentadas neste espasso, não visa apontar uma nova doutrina. Mas firmar os pés do cristão que possa estar vacilante. 

As opiniões apresentadas neste espaço não tem um fundo doutrinário,  nem apresenta uma nova doutrina. Mas apresenta a história religiosa e seus períodos semelhantes.

Eclesiastes 3:1 Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu:

Este capítulo do livro de Eclesiastes não dis que as coisas acontecem por acaso ou  de forma aleatória.  Assim as linhas deste espaço não deixa margem para outra interpretação senão que Deus monitora os limites. 

Os períodos apresentados neste espaço não são de fato uma nova doutrina, mas uma doutrina cheia de elementos testemunhais apontadas em toda bíblia nos periodos de tempos repetidas na história do povo de Deus na terra.

Eclesiastes 3:2 há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou;

Eclesiastes 3:3 tempo de matar e tempo de curar; tempo de derribar e tempo de edificar;

Eclesiastes 3:4 tempo de chorar e tempo de rir; tempo de prantear e tempo de saltar;

Eclesiastes 3:5 tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar e tempo de afastar-se de abraçar;

O autor deste livro não apoia todo tipo de ação,  mas apresenta que existe um tempo definido por Deus para todas as coisas e ações humanas.

Em outras palavras, que Deus limita ou rege até onde cada período iniciaria e  duraria.

Na linguagem profética do santuário, Deus apresenta , suas entradas e suas saídas.

Mas esta linguagem não foi inventada por uma mente falível.  O próprio Deus revela que ""desde a saída"" para edificar e restaurar Jerusalém haveria..."  Daniel capítulo 9.  

E no livro de Ezequiel usa o mesmos termos  

11. E se eles se envergonharem de tudo quanto têm feito, faze-lhes saber a forma desta casa, a sua figura, as suas saídas e as suas entradas, e todas as suas formas; todas as suas ordenanças e todas as suas leis; escreve isto à vista deles, para que guardem toda a sua forma, e todas as suas ordenanças e as cumpram.

(Ezequiel, 43)

Note que saber onde se encontra as saídas e entradas precisamos pesquisar na história humana e religiosa. Para saber onde estava a saída do Decreto de Atarxerxes tivemos que ir a história. 

Nem todos os elementos deste blog é falando de doutrinas.  Se não é falando de doutrina, então não é falsa doutrina. É pensamento particular sobre um tema. E até onde sei, ter pensamentos diferentes não é apostasia. Quero dar um exemplo.  

Homens e mulheres muitas vezes pensam de forma diferente no aspecto de vestuário, alimentação, atividades físicas, política e muitas outras  posições.  

Tive oportunidade de conviver com pessoas de diferentes opiniões sobre estes assuntos em todas as igrejas ou mesmo dentro de uma mesma denominação.  

E qual é a doutrina comportamental se existe hoje?  Até  entre os pastores de um mesmo seguimento religioso  apresentam pensamentos distintos  um do outro sobre este assunto.

Quero dizer com todo respeito a cada lider religioso, que respeito e amo cada um de vocês. Mas se vocês não estão preparados para dizer o que é doutrina ou não, de forma harmônica. Se entre vocês mesmos, não ha harmonia nas doutrinas comportamentais, que autoridade vocês tem nas  doutrinas  espirituais ou proféticas?

Aqui não estou desabafando, ou reclamando de vocês.  Estou apelando para que ponha em ordem as doutrinas comportamentais,  para que haja testemunho  na comunidade de vocês.  Vosso rebanho não sabem mais o que é certo ou errado. Se entre vocês as normas comportamentais não existem mais harmonia, e um assim diz o Senhor.  Onde vocês  encontraram elementos para dizer o que é doutrina e não é doutrina?

Falo a todas as igrejas. 

As leis comportamentais podem ser variáveis,  mas nunca inexistentes. Um semáforo pode ter cores diferentes,  mas não está livre das regras.  A bíblia está cheia de exemplos assim. 

Quantas vezes Jesus teve que orientar sobre leis comportamentais e até morais?  Uma certa ocasião seus discípulos colheram espigas e comiam no sábado. 

1. Naquele tempo passou Jesus pelas searas num dia de sábado; e os seus discípulos, sentindo fome, começaram a colher espigas, e a comer.

2. Os fariseus, vendo isso, disseram-lhe: Eis que os teus discípulos estão fazendo o que não é lícito fazer no sábado. Na visão dos lideres judaicos estavam quebrando a lei moral, através do comportamento. 

3. Ele, porém, lhes disse: Acaso não lestes o que fez Davi, quando teve fome, ele e seus companheiros?

4. Como entrou na casa de Deus, e como eles comeram os pães da proposição, que não lhe era lícito comer, nem a seus companheiros, mas somente aos sacerdotes?

5. Ou não lestes na lei que, aos sábados, os sacerdotes no templo violam o sábado, e ficam sem culpa?

6. Digo-vos, porém, que aqui está o que é maior do que o templo.

7. Mas, se vós soubésseis o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifícios, não condenaríeis os inocentes.

8. Porque o Filho do homem até do sábado é o Senhor.

(Mateus, 12) 

A lei moral e suas regras foram anuladas para beneficiar o pecador? De forma nenhuma!  O sábado e sua observância era respeitado pelos discípulos e por Jesus até aquele momento e ainda pós este acontecimento.  

 Não ha necessidade de anular uma lei moral ou comportamentais, para facilitar a vida do pecador. 

É certo que Jesus apresenta que  Davi quebrou as leis do templo, mas não abandonou os princípios ligado ao templo. Ou seja. Foi um caso isolado e não uma  anulação das leis do templo. 

Os sacerdotes  trabalhavam no templo pela autoridade que lhe foi concedida,  mas não liberavam o sabados para serviços comuns.   Jesus tambem não anulou a lei do sábado para favorecimento da classe dos discípulos,  mas orientou que o sábado não é uma lei sumária.  Ou seja, existem ocasiões em que transgressão ao sábado não é transgressão. As leis de trabalhos para os sacerdotes eram diferentes das pessoas comuns. Assim como na ocasião foi para os discípulos.  Aqui trata-se de autoridade concedida por Deus para situações diferentes ou classes  especiais ou momentos especiais.

Davi daquele momento em diante ou qualquer um do povo tinha autoridade para comer os pães do templo? Jesus disse que não, disse que não houve punição pelo seu ato, não anulação das leis do templo.  

Pelo fato de poder passar um semáforo no vermelho em circunstancias pontuais quer dizer que a Lei de parada obrigatória foi abolida?  Quer dizer que no desfiles de sete de setembro ou em uma passeata os participantes não respeitar o sinal vermelho e as autoridades também, estes  estão anulando a leis ligadas ao semáforos por ter autoridade legislativas? 

Os semáforos piscando durante a madrugada ou em qualquer momento do dia terei que ficar esperando o semáforo passar a funcionar de forma adequada,  ou anulo por ser uma autoridade  as leis ligadas ao semáforos?  

As leis ligadas ao semáforos não são sumárias. Nem mesmo a lei do templo, como também do sábado. 

As leis comportamentais também obedecem o mesmo princípio. Ou seja, apesar de não serem sumárias, são vigentes. 

Os que não conseguem fazer uma leitura da história, estão prontos  para ajuizar o que é doutrina e o que é trevas?

Certamente que,  dificilmente darão um juízo correto e justo. Este espaço  não apresenta uma nova doutrina. Mas as medidas da história reliosa.  

É certo que se pode encontrar opiniões minhas  a respeito destas matérias.  E até alusões sobre periodos semelhantes.  Mas não é doutrina falsa tirar lições destas medidas. 

Estou me dedicando a anos a este estudo, enquanto muitos neste mundo, estiveram casando e envolvidos nos compromissos do matrimonio do sonho de carreira, entre muitos outros sonhos. Eu abri mão de muitos sonhos e noites de sono para chegar  ao pequeno nível de conhecimento que tenho hoje. Mas seria justo pessoas que tiverm mais envolvidos com sigo mesmo julgar minhas matérias? 

Se eu tivesse alguma autoridade sobre esta decisão, diria que sim. Todos podem julgar se estas matérias são de Deus ou não.  O que não podem, é eliminar a luz que estas postagens apresentam. 

Se você encontrar alguma luz nestas postagens  compartilhe.  Se encontrar alguns pontos duvidosos. Me envie uma mensagem que eu depois de analisar farei a correção. 

Não quero fincar uma estaca que não estou disposto a arrancar se ver necessidade. 

O meu erro se existe, cabe a você ajudar a corrigir. 

Meu contato. 

Jjcordeluz@hotmail.com 

Jjcordeluz@gmail.com 

55- 1798134234 watts zap.

Tenha um bom dia!

Pense nisto.

E compartilhe.



quinta-feira, 10 de setembro de 2026

A Bíblia e a Sharia.

A história não é somente algo velho e que deve ser deixada de lado. Os eventos históricos e suas medidas, ou datas aponta que deve existir um ser que impõe limites.  Saídas ou entradas de um santuário que nenhum ser humano ou ideologias filosóficas ou religiosas tem controle.

O livro de Daniel aponta para várias medidas proféticas.  O livro de Ezequiel aponta para medidas que se repetem, sendo estas saídas e entradas, apontadas como um templo com característica de uma cidade. Esta mistura de entidades, revela que tanto eventos religiosos estão sujeitos aos limites de Deus, como políticos religiosos. 
Nada passa despercebido de seus olhos ou medidas com limites.

457AC  Este evento aponta para o Decreto de Atarxerxes,  neste ano foi apresentado uma ordem para uma reconstrução de Jerusalém, este decreto pareceu ter uma extensão maoir. 

1453 Ocorreu a queda de Constantinopla.  Este evento foi importantíssimo para aquela região. Queda do Império Bizantino. 

1523 Reforma Protestante busca instituir escolas fora do conceito da igreja de Roma. A igreja de Roma dominava o ensino e as escolas. 

1979 Com a queda da monarquia iraquiana, as escolas foram utilizadas para impor a Sharia.  Eliminando assim a influência do mundo ocidental. Usando a mesma estratégia da igreja de Roma. 

70 Jerusalém caiu definitivamente ao Império Romano.  A queda de Jerusalém significava  a queda da fé judaica institucional e como centro religioso judaica no  mundo.  O império romano que no ano 19AC buscou aproximação com o judaísmo iniciando uma reforma no templo, agora cerca Jerusalém, toma a cidade e destrói o templo.  Que lição extraordinária podemos tirar deste fato? Os poderes deste mundo quando lhe favorece, não significa que existe segurança neste ato. O mesmo que favorece hoje, pode se opor ferozmente a um povo. 


A Revolução Iraniana (1979)O Irã possuía uma tradição monárquica milenar (vinda dos tempos do Império Persa). No século XX, o país era governado pelo Xá (Rei) Mohammad Reza Pahlavi. Nesta data se entendem que ocorreu o fim da monarquia.  O que aconteceu: O governo do Xá era fortemente apoiado pelo Ocidente e focado em uma rápida modernização e ocidentalização da sociedade. No entanto, seu regime também era marcado por forte repressão política, corrupção e desigualdade social extrema. A insatisfação popular uniu clérigos.
O resultado: Em janeiro de 1979, o Xá foi forçado a fugir do país. O líder religioso Aiatolá Ruhollah Khomeini retornou do exílio e transformou o Irã na República Islâmica do Irã, substituindo a monarquia autocrática por uma teocracia baseada na lei islâmica (Sharia).
As instituições de ensino começam ser usadas como instrumento contra o conceitos ocidental.
O primeiro passo para dominar a mente de um grupo é instilar a ideia de que eles são vítimas indefesas de uma grande conspiração. Como funciona: Usa-se o trauma da queda dos califados e a intervenção ocidental para criar um sentimento coletivo de humilhação. A mente da pessoa é programada para acreditar que o mundo exterior quer destruir sua cultura e fé. 

Não importa a extrategia utilizada para levar um grupo contra outro, a história se repete no tempo de Deus, e seus limites. E a forma de buscar uma defesa também pode se repetir segundo os mesmos limites estabelecidos por Deus. 



24. O Deus que fez o mundo e tudo o que nele há, sendo ele Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens;
25. nem tampouco é servido por mãos humanas, como se necessitasse de alguma coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, a respiração e todas as coisas;
26. e de um só fez todas as raças dos homens, para habitarem sobre toda a face da terra, determinando-lhes os tempos já dantes ordenados e os limites da sua habitação;
(Atos, 17: 24 - 26)

Aproveite todo tempo para servir a Deus dos limites.  Pois um dia o nosso tempo também findara neste mundo. 
Você não pode mudar o mundo, mas pode escolher o lado de Deus. 

Pense nisto.


sábado, 5 de setembro de 2026

Adventista judeus e testemunhas de Jeová.

Em outras materias eu apresentei este tema em uma linha de tempo um pouco mais extensa.  Expliquei que um dos pioneiros da igreja do movimento estudos da biblia que estava desmotivado na vida reliosa,  Charles Taze Russell ao passar por um grupo do movimento milerita na igreja e ouvir as músicas e um sermão saiu de lá revigorado. Posteriormente fundou um movimento de estudo da bíblia que anos depois passara se chamar de Testemunha de Jeová. Já apresentei esta história em umas postagens anteriores. 

É por este motivo que estou apresentando de forma mais incisiva a linha da história destas ultimas denominações. 

Apesar de algumas interpretações diferentes, existe alguns pontos das duas doutrinas semelhantes, estas duas denominações têm sido nomeadas como igrejas reformadoras. Ou de restauradores. Ou protestantes. 


Estes dois movimentos religiosos, suas raízes estão ligadas as profecias, e a mensagem da restauração de todas as coisas. A linha adventista segue mais a base do santuário.  Enquanto os Testemunhas de Jeová estão mais ligados as profecias desconectadas deste ponto.

Meu propósito não é falar tudo sobre estas duas denominações,  mas sobre apresentas  medidas a semelhança com as medidas da história judaica. 

No livro de Jó temos a afirmação que 

Deus é  o limitador da história religiosa. 

"e lhe tracei limites, pondo-lhe portas e ferrolhos, e lhe disse: Até aqui virás, porém não mais adiante; e aqui se quebrarão as tuas ondas orgulhosas?"

(Jó, 38:10,11)

Todos os acontecimentos da história estão limitados e pré-estabelecidas. Basta olhar as medidas deste espaço. 

Este é um claro clamor que Deus  é maior que todas as coisas.


Tenha um bom dia...