sábado, 31 de outubro de 2026

IGREJA JUDAICA, CATÓLICA, TESTEMUNHAS DE JEOVÁ E ADVENTISTA.

 Deus estabelece limites, e nada passa de seus limites. Mas concederia Deus limites com medidas de anos semelhantes antes de cada caso ocorrer? 

"Visto que os seus dias estão determinados, contigo está o número dos seus meses; e tu lhe puseste limites, e não passará além deles."  (Jó 14 : 5)

Para os seres humanos de todas as épocas é difícil reconhecer que deve ter um Deus limitando cada acontecimento. Imaginam estes: "Deus nos dá livre arbítrio". É verdade que Deus nos dá livre arbítrio, mas também é verdade  que Deus tem seu livre arbítrio da mesma forma. E que nosso libre arbítrio termina onde inicia o Dele. 

As medidas da história religiosa de vários seguimentos religiosos, testemunha a este favor. As linhas abaixo dará testemunho que Deus monitora os seguimento religiosos e seus períodos.   IGREJA JUDAICA, CATÓLICA, TESTEMUNHAS DE JEOVÁ E ADVENTISTA.  


A saída do cativeiro judaico se dá no ano 607 AC e nesta mesma data se dá a saída do tempo dos  Gentios para os Testemunhas de Jeová. 1914 seria o final deste período. 2520 anos segundo eles. 

O ano de 538DC foi a saída do tempo dos gentios para a igreja adventista, terminando este período no ano de 1798 DC. 1260 anos antes  saindo do ano 538 DC chegamos ao cativeiro Assírio, e a queda da Samaria.  


Na linha abaixo esta um comparação entre a morte de Jesus e Constantino IV pois morreram mas Jesus ressuscitou. 
Não irei fazer comentários sobre toda linha. Meu objetivo hoje com estas postagens é chamar a atenção de todos que imaginam estar no poder das coisas que ocorrem na Terra. 


1308 Temos a saída do cativeiro de Agnon França da liderança da igreja de Roma. Período de 70 anos que terminou no ano 1378-9  Ocasião 1378 onde dois papas também estavam na liderança da igreja por pouco tempo. O ano 654 foi um ano que se levantaram dois papas na igreja. Você pode notar que 654 x 2  = 1308 anos. 
Eu ainda poderia apresentar que 1308 anos saindo do ano 70 DC com a destruição de Jerusalém chegamos no final do cativeiro 1378 DC em Agnon, França.


As medidas da história se repetem com tanta frequência que fica muito difícil  apresentar em uma única matéria. Por outro lado, apresentando desta forma mais simples, eu consigo passar a mensagem que Deus esta no controle de tudo, não os homens como imaginam os grandes lideres da terra. 

"E te farei voltar, e porei anzóis nos teus queixos, e te levarei a ti, com todo o teu exército, cavalos e cavaleiros, todos vestidos com primor, grande multidão, com escudo e rodela, manejando todos a espada;"  (Ezequiel 38 : 4)

Deus levou seu povo de Judá ao cativeiro com anzóis, e continua levando povos ao cativeiro, ou outros desentendes. 

"Jurou o Senhor DEUS, pela sua santidade, que dias estão para vir sobre vós, em que vos levarão com ganchos e a vossos descendentes com anzóis de pesca."  (Amós 4 : 2)

Os lideres imaginam, que podem ir ou fazer o que quiser pois o Senhor não vê. Imaginam que ficarão impunes, assim imaginaram muitos seguimentos religiosos segundo desta linha de tempo acima. 

Desta vez não apresentarei as datas e como aconteceram cada evento da linha acima. Pois nesta linha de tempo deixo um pouco daquilo que Deus fará com aqueles que imaginam que ficarão imunes após  suas rebeldias. 

Deus é ´paciente mas terá que executar o juízo. Segundo Deus e suas profecias ele fará isto usando "seis anzóis".  Segundo Ele não precisará mais que isto. 

"Mas eu porei anzóis em teus queixos, e farei que os peixes dos teus rios se apeguem às tuas escamas; e tirar-te-ei do meio dos teus rios, e todos os peixes dos teus rios se apegarem às tuas escamas."  Disse ao rei do Egito.  


Gogue Meseque e Tubal,  uma trindade territorial. O livro do apocalipse também fala de uma trindade dentro do território religioso. "E da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta vi sair três espíritos imundos, semelhantes a rãs."  (Apocalipse 16 : 13)

 

  • O Dragão: Representa Satanás (operando também através do espiritismo/espirito-naturalismo ou falsas religiões que ignoram a verdade bíblica). [1]
  • A Besta: Representa o papado (ou o poder político-religioso romano). [1, 2]
  • O Falso Profeta: Representa o protestantismo apostatado (igrejas protestantes que se afastaram dos fundamentos bíblicos e se unem em aliança com os outros poderes)   

 (Ezequiel 29 : 4)  “E te farei voltear, e te porei seis anzóis, e te farei subir das bandas do Norte, e te trarei aos montes de Israel.” 38:04 Disse isto a trindade territorial. 

Deus manda uma mensagem a todos os lideres mundiais religiosos e políticos religiosos. Assim como as profecias que apontavam  para o Egito, para o judaísmo, assim tem se repetido nas história religiosa. Este movimento politico religioso, trino, cairá. 

Com Deus não se brinca. 

Compartilhe esta postagem se você acredita que ela foi boa para você, e pode beneficiar outros. 

Tenha um bom dia. 

sábado, 17 de outubro de 2026

A Restauração do Sábado.

O SÁBADO ANULADO E RESTAURADO. 

Deuterenómio 32:7 Lembra-te dos dias da antiguidade, atenta para os anos de muitas gerações; pergunta a teu pai, e ele te informará, aos teus anciãos, e eles to dirão.

A história é um patrimônio, e um patrimônio apresentado como dias ou anos. E o mesmo que disse: "lembra-te do sábado"  disse: " lembra-te dos anos" ou período de anos passados. Aqui o texto ou mandamento não é lembrar do fato ocorrido somente, mas lembrar dos períodos de anos. Busco neste espaço cumprir este mandamento.
 
A história tem suas saidas ou entradas. Nesta publicação  saímos da data de 1524 onde foi apresentado que haveria um dilúvio.  Note que por vezes,   apresento neste espaço predições não cumpridas para sair com as medidas da história.  Hoje deixo dois períodos. 321 e 364 datas ligadas ao sábado bíblico,  alterado pela igreja de Roma, e reformado dentro das fileiras adventistas. 

Vamos as linhas de tempo.

Abaixo temos o início da restauração do sábado dentro das fileiras adventista. 

Na linha de tempo abaixo apresento o mesmo período de 321 anos e 364 anos. 
 




No primeiro período foi de restauração do sábado dentro das fileiras adventistas a partir do ano 1845 com a conversão de Bates, pioneiro Adventista. 

--------------

 1524: Profecia: anúncio sobre o dilúvio e fim dos tempos. 

​1845: Joseph Bates, um dos fundadores da Igreja Adventista, publicou e ensinou sobre a guarda do sábado bíblico

​1888: Conferência de Mineápolis, onde Jones e Waggoner apresentaram a mensagem central da justificação pela fé em Jesus Cristo.

321 Mudança do sábado para o domingo. 

364 Igreja confirma esta mudança. 

1524 + 321 = 1845 

1524 + 364 = 1888

Principais detalhes da história.

A data inicial em Londres: Em janeiro de 1523, astrólogos de Londres calcularam que o dilúvio destruiria a Terra em 1º de fevereiro de 1524. Cerca de 2.000 pessoas abandonaram a cidade, e a região acabou sendo saqueada na data prevista.

• A data do astrônomo Johannes Stöffler: O renomado matemático e astrólogo alemão Johannes Stöffler calculou que a inundação apocalíptica aconteceria em 20 ou 25 de fevereiro de 1524.

• O pânico e as "arcas": Centenas de panfletos circularam, e nobres e pessoas ricas — como o conde alemão von Iggleheim — chegaram a construir arcas de madeira e barcos luxiosos de vários andares para tentar escapar da tragédia. Até o líder religioso Martinho Lutero usou a data para pregar conversões. 

Lutero não concordou com o dilúvio em 1524

Martinho Lutero não concordou com a previsão do dilúvio apocalíptico de 1524 e, na verdade, ridicularizou os astrólogos que o anunciaram.

Em vez de aceitar o pânico coletivo, Lutero manteve-se cético e criticou abertamente o uso da astrologia para prever o fim do mundo ou catástrofes divinas.

O contexto do "Pânico do Dilúvio" de 1524

• A Previsão Astrológica: Astrólogos proeminentes da época, como Johannes Stöffler, previram que uma grande conjunção planetária no signo de Peixes em fevereiro de 1524 desencadearia um dilúvio universal devastador.

• A Reação da Europa: O anúncio gerou o primeiro grande fenômeno de pânico midiático da história europeia, impulsionado pela recém-inventada prensa tipográfica. Milhares de pessoas abandonaram cidades litorâneas, nobres fugiram para as montanhas e arcas de madeira gigantes foram construídas na Alemanha, França e Inglaterra.

• A Postura de Lutero: Fiel ao seu princípio teológico de que apenas as Escrituras revelam a vontade de Deus (Sola Scriptura), Lutero rejeitava a ideia de que o alinhamento dos planetas pudesse prever os planos divinos. Quando o mês de fevereiro de 1524 passou sem nenhuma inundação incomum, Lutero e outros críticos zombaram publicamente dos falsos profetas e astrólogos.

O verdadeiro "dilúvio" de Lutero em 1523/1524

Curiosamente, a palavra "dilúvio" cruzou o caminho de Lutero nessa mesma época por outro motivo. Em 1523, ele traduziu o rito do batismo do latim para o alemão e escreveu uma famosa prece teológica chamada "Oração do Dilúvio" (Sintflutgebet). Nessa oração, ele usava o Dilúvio de Noé e a travessia do Mar Vermelho apenas como metáforas teológicas, explicando que as águas do batismo "afogam" o pecado e salvam o fiel. Isso nada tinha a ver com a previsão astrológica de destruição daquele ano.

Principais detalhes da profecia.

O desfecho: Quando os dias passaram, nada aconteceu além de chuvas fracas. Os astrólogos que erraram justificaram o fato com um "pequeno erro de cálculo" e tentaram postergar a profecia para 1624.

321 e ano 364.

No ano 321 d.C., o imperador romano Constantino promulgou o primeiro decreto civil estabelecendo o domingo como dia oficial de repouso no Império Romano. Décadas depois, em 364 d.C., o Concílio de Laodiceia formalizou a mudança no âmbito religioso, proibindo os cristãos de guardarem o sábado.

1. O Decreto de Constantino (7 de março de 321 d.C.)
Antes desta data, muitas comunidades cristãs já se reuniam aos domingos para celebrar a ressurreição de Jesus, mas foi Constantino quem transformou o domingo em uma lei civil obrigatória. O decreto tinha motivações políticas e religiosas, buscando unificar o império ao fundir o simbolismo cristão com o culto ao Sol Invictus (o Deus Sol dos pagãos):

1888 Não tem como restaurar o sábado sem restaurar ou alinhar o assunto bíblico da justiça pela fé.  Pense nisto. 

Justificação 1888  1888

1845 Bates aceitou imediatamente os argumentos bíblicos e começou a guardar o sábado em março/abril de 1845. Ele se tornou o primeiro grande líder de destaque do movimento a adotar a prática da guarda do sábado. 

Se você ainda não compartilhou nosso trabalho das medidas da história.  Faça por favor se acha que alguém pode ser ajudado ou direcionado a um Deus que tem suas  medidas na palma de suas mãos. 

Este espaço não visa apresentar acontecimentos futuros. Mas apresentar que não importa qual seja o acontecimento importante,  existe um Deus no monitorando de cada ocorrência da história humana.

Tenha um bom dia.

sexta-feira, 16 de outubro de 2026

607 AC e 607 DC - ATUALIZADO.

 A HISTORIA RELIGIOSA.

Como estou em trabalho é sem acesso ao compultador, estou postando esta linha de tempo na vertical. Assim que for possível  postarei na horizontal.  

Toda história humana e suas ambições estão registradas na história com limites definidos por Alguem maior que qualquer ser humano.  Nem tudo Deus aprova, mas permite a história religiosa se repetir em periodos semelhantes para colocar os seres humanos no seu devido lugar. 

607 AC - 537AC = 70 anos
537 DC + 607 DC = 70 anos
507 DC ao ano 538 DC é a saída para supremacia da igreja de Roma. Veja a história abaixo. 



Esta forma de contar a história religiosa visa apontar que existe um Deus no controle de tudo. Auxilia na memorização da história religiosa. 


Toda matéria deste blog são materiais de pesquisa e estão inacabadas. Muitas períodos religiosos de varias denominações. 

Vamos a História.

1914 DC

Para o movimento das Testemunhas de Jeová, 1914 é a data teológica mais importante de sua história.     Presença Invisível: Eles ensinam que em outubro de 1914 terminaram os "tempos dos gentios" e que Jesus Cristo foi entronizado como Rei no céu, iniciando sua presença invisível e os "últimos dias" do sistema global 

607 DC

Em 607 d.C., o Papa Bonifácio III obteu do imperador bizantino Focas um decreto imperial que reconheceu a sé de Roma e o bispo romano como a "cabeça de todas as igrejas" e o Bispo Universal.

Principais Fatos do Evento

• O Papa envolvido: Bonifácio III foi o 66º Papa da Igreja Católica, assumindo o pontificado em fevereiro de 607 d.C. e falecendo em novembro do mesmo ano.

• O Imperador: O imperador bizantino Focas emitiu o decreto que oficializou o título.

• O Conflito de Títulos:

 Antes disso, o título de "Patriarca Ecumênico" (universal) vinha sendo reivindicado pelo patriarca de Constantinopla (Ciriaco), algo que o antecessor Papa Gregório I (o Grande) criticava severamente por considerar orgulhoso.

• Objetivo Político: 

Focas apoiou o bispo de Roma para enfraquecer a influência política e eclesiástica de Constantinopla.

• Impacto Histórico: 

O decreto consolidou de maneira formal a primazia jurisdicional do bispo de Roma sobre toda a cristandade ocidental.

A História do Papado 

Quando em 607 d.C., o Imperador Focas nomeou Gregório I, bispo de Roma como bispo universal.

História religiosa 537 antes de Cristo.

No ano de 537 antes de Cristo (a.C.), o principal marco da história religiosa foi o fim do Cativeiro Babilônico e o retorno do povo judeu a Jerusalém para reconstruir o Templo. Esse movimento deu início ao período conhecido como o Judaísmo do Segundo Templo.

O Contexto Histórico e Religioso de 537 a.C.

 O Decreto de Ciro, o Grande

Após o Império Persa conquistar a Babilônia em 539 a.C., o rei Ciro II (Ciro, o Grande) emitiu um decreto (frequentemente associado ao teor do célebre Cilindro de Ciro) permitindo que os povos exilados retornassem às suas terras natais e reconstruíssem seus templos. Entre 538 a.C. e 537 a.C., esse decreto permitiu que o primeiro grupo de judeus iniciasse a longa jornada de volta a Judá.

 O Retorno a Jerusalém e as Profecias

De acordo com os relatos bíblicos (especialmente no Livro de Esdras), no outono de 537 a.C., os exilados judeus restabeleceram o altar em Jerusalém. Sob a liderança do governador Zorobabel e do sumo sacerdote Josué, os alicerces do Segundo Templo de Jerusalém começaram a ser lançados por volta desse período, marcando o renascimento espiritual da nação.

• Significado Profético: Para os estudantes da Bíblia, o ano de 537 a.C. cumpre a profecia do profeta Jeremias, que previa um exílio/domínio de 70 anos.

Impacto na Identidade e Teologia Judaica

O retorno em 537 a.C. transformou profundamente a religião:

• Centralidade das Escrituras: Distantes do templo físico durante décadas, os judeus focaram na preservação e compilação dos textos sagrados da Torá, consolidando as bases do monoteísmo estrito.

• Surgimento das Sinagogas: As reuniões locais de adoração e leitura da lei, nascidas durante o exílio, continuaram a se expandir.

• O Conceito do Messias: Com a perda da monarquia política ativa e a ascensão da autoridade dos sumos sacerdotes, desenvolveu-se fortemente o conceito teológico do Messias como o libertador espiritual e futuro monarca ideal

537AC

história religiosa 537 antes de Cristo
No ano de 537 antes de Cristo (a.C.), o principal marco da história religiosa foi o fim do Cativeiro Babilônico e o retorno do povo judeu a Jerusalém para reconstruir o Templo. Esse movimento deu início ao período conhecido como o Judaísmo do Segundo Templo.

O Contexto Histórico e Religioso de 537 a.C.
 O Decreto de Ciro, o Grande
Após o Império Persa conquistar a Babilônia em 539 a.C., o rei Ciro II (Ciro, o Grande) emitiu um decreto (frequentemente associado ao teor do célebre Cilindro de Ciro) permitindo que os povos exilados retornassem às suas terras natais e reconstruíssem seus templos. Entre 538 a.C. e 537 a.C., esse decreto permitiu que o primeiro grupo de judeus iniciasse a longa jornada de volta a Judá.
O Retorno a Jerusalém e as Profecias
De acordo com os relatos bíblicos (especialmente no Livro de Esdras), no outono de 537 a.C., os exilados judeus restabeleceram o altar em Jerusalém. Sob a liderança do governador Zorobabel e do sumo sacerdote Josué, os alicerces do Segundo Templo de Jerusalém começaram a ser lançados por volta desse período, marcando o renascimento espiritual da nação. 
  • Significado Profético: Para os estudantes da Bíblia, o ano de 537 a.C. cumpre a profecia do profeta Jeremias, que previa um exílio/domínio de 70 anos. [
Impacto na Identidade e Teologia Judaica
O retorno em 537 a.C. transformou profundamente a religião:
  • Centralidade das Escrituras: Distantes do templo físico durante décadas, os judeus focaram na preservação e compilação dos textos sagrados da Torá, consolidando as bases do monoteísmo estrito. 
  • Surgimento das Sinagogas: As reuniões locais de adoração e leitura da lei, nascidas durante o exílio, continuaram a se expandir. 
  • O Conceito do Messias: Com a perda da monarquia política ativa e a ascensão da autoridade dos sumos sacerdotes, desenvolveu-se fortemente o conceito teológico do Messias como o libertador espiritual e futuro monarca ideal
537 DC

           O ano de 537 d.C. (depois de Cristo) foi um marco monumental Justiniano I e por intensas disputas na Igreja Católica Apostólica.

 O ano de 537 d.C. (depois de Cristo) foi um marco monumental para a história religiosa e arquitetônica mundial, caracterizado pelo ápice do poder do imperador bizantino Justiniano I e por intensas disputas na Igreja Católica Apostólica Romana.
Os principais acontecimentos religiosos desse ano foram:

1. A Inauguração da Basílica de Hagia Sophia (Santa Sofia)

O evento religioso mais marcante de 537 d.C. ocorreu em 27 de dezembro, quando a imensa catedral de Hagia Sophia foi oficialmente inaugurada e consagrada em Constantinopla (atual Istambul) pelo imperador Justiniano I e pelo patriarca Menas.
Superei-te, Salomão!": Segundo a tradição cristã, ao entrar no edifício e contemplar a grandiosidade de sua cúpula monumental — que parecia flutuar no espaço —, Justiniano exclamou essa famosa frase, fazendo referência ao rei bíblico que construiu o Primeiro Templo de Jerusalém.
Centro da Cristandade Oriental: Por quase mil anos, o edifício funcionou como a principal catedral do Império Bizantino e a sede do Patriarcado Ortodoxo de Constantinopla.
Significado Teológico: O nome "Hagia Sophia" traduz-se como "Sagrada Sabedoria", uma referência direta à segunda pessoa da Trindade cristã (Jesus Cristo, o Logos / a Sabedoria de Deus)

Turbulência e Intriga no Papado em Roma

Enquanto o Oriente celebrava conquistas arquitetônicas, o Ocidente enfrentava graves crises políticas e religiosas decorrentes da Guerra Gótica.
• Deposição do Papa Silverio: Em março de 537 d.C., o Papa Silverio foi deposto à força pelo general bizantino Belisário. Ele foi falsamente acusado de traição por conspirar com os ostrogodos (que sitiavam Roma). Na realidade, sua queda foi motivada por pressões da imperatriz bizantina Teodora, que apoiava secretamente a corrente teológica do monofisicismo (rejeitada por Silverio)
Ascensão do Papa Vigílio: Com a cadeira papal vaga devido à deposição forçada, o Papa Vigílio assumiu o pontificado em 29 de março de 537 d.C. com o apoio militar de Bizâncio.

O Fim de Silverio: O ex-papa Silverio foi exilado para a ilha de Palmarola, onde faleceu de fome ou maus-tratos em dezembro do mesmo ano, sendo posteriormente considerado mártir e santo pela Igreja Católica.

história religiosa 537 DC depois de Cristo

  O ano de 537 d.C. (depois de Cristo) foi um marco monumental para a história religiosa e arquitetônica mundial, caracterizado pelo ápice do poder do imperador bizantino Justiniano I e por intensas disputas na Igreja Católica Apostólica Romana.
Os principais acontecimentos religiosos desse ano foram:

1. A Inauguração da Basílica de Hagia Sophia (Santa Sofia)

O evento religioso mais marcante de 537 d.C. ocorreu em 27 de dezembro, quando a imensa catedral de Hagia Sophia foi oficialmente inaugurada e consagrada em Constantinopla (atual Istambul) pelo imperador Justiniano I e pelo patriarca Menas.
• "Superei-te, Salomão!": Segundo a tradição cristã, ao entrar no edifício e contemplar a grandiosidade de sua cúpula monumental — que parecia flutuar no espaço —, Justiniano exclamou essa famosa frase, fazendo referência ao rei bíblico que construiu o Primeiro Templo de Jerusalém.
• Centro da Cristandade Oriental: Por quase mil anos, o edifício funcionou como a principal catedral do Império Bizantino e a sede do Patriarcado Ortodoxo de Constantinopla.
• Significado Teológico: O nome "Hagia Sophia" traduz-se como "Sagrada Sabedoria", uma referência direta à segunda pessoa da Trindade cristã (Jesus Cristo, o Logos / a Sabedoria de Deus).

2. Turbulência e Intriga no Papado em Roma

Enquanto o Oriente celebrava conquistas arquitetônicas, o Ocidente enfrentava graves crises políticas e religiosas decorrentes da Guerra Gótica.
• Deposição do Papa Silverio: Em março de 537 d.C., o Papa Silverio foi deposto à força pelo general bizantino Belisário. Ele foi falsamente acusado de traição por conspirar com os ostrogodos (que sitiavam Roma). Na realidade, sua queda foi motivada por pressões da imperatriz bizantina Teodora, que apoiava secretamente a corrente teológica do monofisicismo (rejeitada por Silverio).
• Ascensão do Papa Vigílio: Com a cadeira papal vaga devido à deposição forçada, o Papa Vigílio assumiu o pontificado em 29 de março de 537 d.C. com o apoio militar de Bizâncio.
• O Fim de Silverio: O ex-papa Silverio foi exilado para a ilha de Palmarola, onde faleceu de fome ou maus-tratos em dezembro do mesmo ano, sendo posteriormente considerado mártir e santo pela Igreja Católica.

3. A Política Religiosa de Justiniano: "Uma Fé, Um Império"

O ano de 537 d.C. fez parte de um projeto maior de Justiniano para centralizar o poder religioso sob a coroa imperial (Cesaropapismo). O imperador buscou ativamente erradicar os resquícios do paganismo greco-romano, perseguir heresias e unificar a fé cristã sob o Credo de Calcedônia. Nesse período, ele decretou reformas legais que oficializavam o papel da Igreja como base moral e jurídica do remodelado Império Romano.

607 DC 

O ano 607 d.C. (depois de Cristo) é considerado um marco fundamental na história da organização e consolidação jurídica da Igreja Católica Apostólica Romana. O acontecimento central desse período gira em torno da definição oficial da autoridade do Papa.

O principal destaque da história religiosa no ano 607 d.C. foi:

O Decreto do Imperador Focas e a Primazia Papal

O pontificado do Papa Bonifácio III, que durou apenas alguns meses (de 19 de fevereiro a 12 de novembro de 607), alterou os rumos da Igreja.
• O Título de "Bispo Universal": Bonifácio III, valendo-se de sua boa relação com o imperador bizantino Focas, obteve um decreto imperial oficial estipulando que "a Sé do Bem-aventurado Pedro Apóstolo deveria ser a cabeça de todas as Igrejas".
• Fim da disputa com Constantinopla: O decreto determinava explicitamente que o título de "Bispo Universal" pertencia única e exclusivamente ao Bispo de Roma, proibindo o Patriarca de Constantinopla (Ciriaco II) de utilizá-lo.
Impacto Histórico: Historiadores e teólogos (especialmente de vertentes protestantes) costumam apontar o ano 607 d.C. como o nascimento formal do Papado moderno, pois foi a primeira vez que o primado romano foi ratificado e imposto por força de uma lei imperial secular sobre toda a cristandade.


Outras Reformas Eclesiásticas de 607 d.C.

Durante o seu breve período na liderança, o Papa Bonifácio III também convocou um sínodo em Roma que estabeleceu regras rígidas para as eleições papais.

Tambem temos o movimento de Clóvis que desencadearam a história de supremacia papal.


Este período é apresentado pela igreja adventista entre outras, para o surgimento do papado como autoridade de bispo universal.  

Já postei outras medidas da história relacionada a estas datas.

Logo irei postar a linha de tempo na horizontal pois ficará mais fácil entender os períodos repetitivo da história.  

A batalha entre poderes seculares e poder religiosos ainda persistem. 

Tenha um bom dia.

segunda-feira, 12 de outubro de 2026

Existem Erros Neste Blog?













Erros ou crescimento dos temas?

 Durante toda história do cristianismo existiu grandes homens. 

Nenhum deles estavam livres de interpretação equivocadas sobre as doutrinas bíblicas. Mas todos eles apresentavam elementos da doutrina  importantes para seu tempo, e que são muito importantes e  alicerce para nós hoje.

É estranho imaginar que, os que buscam fazer o mesmo hoje imaginarem estarem livres de deficiência em todos os pontos doutrinários. Não tenho esta pretensão de acreditar que este espaço só tem verdades inquestionáveis. Todas as verdade do passado foram ajustadas  suas bases e diretrizes. 

Muitas vezes eu estudo por vários meses ou noites, apesar de ter que trabalhar durante todo dia. E certamente nas minhas postagens podemos encontrar erros que não tive tempo para fazer as correções necessárias.   Outras vezes as postagens não foram terminadas por falta de tempo, e eu acabo  publicando  no blog .

 E por qual motivo faço deste jeito? 

Por ver sua importância acabo a publicando com receio de antes de terminar perder o raciocínio deixando   as correções para as  postagens futuras. Geralmente as imagens de linha de tempo também eu encontro erros após revisar depois de dias ou meses. 

Então podemos confiar nas postagens? 

Na verdade meu propósito é apresentar algo que você  precise estudar. Não tenho a pretensão de entregar tudo pronto.  Talvez resta mais uma pergunta: 

Por qual motivo não entregas as matérias todas prontas?

Acontece que, não importa matéria que eu publico, quase todas, após retomar a correções encontro mais medidas relacionadas a mesmo tema. Ou seja, tenho duas opções, uma é reeditar a matéria toda, ou dar continuidade as medidas recém encontradas e  estou precisando ser editar. Nem sempre tenho tempo para as duas ao mesmo tempo. Uma matéria pode ser encontrada suas medias em horas de estudo, mas sua edição pode precisar de dias para terminar a publicação. 

Quero que você entenda que não tenho tempo para me dedicar ao estudo e construção (deste templo) das matérias em tempo integral. Pois tenho que trabalhar para manter minha casa. Contudo louvo a Deus por isto. Estas matérias não são postagens produzidas por varias mãos, eu tenho que editar e produzir os gráficos e pesquisar as matérias pessoalmente. 

Resolvi publicar estas matérias como material de pesquisas, e não como material acabado. Quero que as pessoas que visitam este espaço, sejam na verdade estudantes das medidas de Deus, não somente, informados sobre as medidas. 

Eu não sou o centro (das  medidas do templo), mas Deus que pois limites a cada ocorrência religiosa neste mundo. Somente Ele apresentaria estas medidas de forma exata. Sou humano, apenas um humano. 

Tenha um bom dia. 

terça-feira, 6 de outubro de 2026

As 2300 Tardes e manhãs.

 Daniel 8:14

As matérias deste espaço busca apresentar a história se repetindo de forma semelhante.  Os dois períodos de 2300 anos que foram apontados para um evento sobre o mesmo prisma de cálculo de 2300 anos, tem um desfecho semelhante. Veja: disse semelhante,  não iguais. 

Benjamin Nahawendi tentou apresentar que o Messias viria em 1357 a 1358, e o movimento milerita em 1843 ou 1844 esperavam o retorno de Jesus.  Tanto o judaísmo como o adventismo buscou dar orientações após  não se cumprirem suas  expectativas: que não deveriam as pessoas tentar descobrir  a datas  para estes eventos.   

Tanto o catolicismo como os adventistas tiveram de reorganizar e redefinir sua sede. Alinhar aspectos de liderança conforme você verá abaixo. 

Benjamin Nahawendi foi o pioneiro que mais se aproxima da forma de calculo do movimento millerita.  Dia ano. Alguns até acreditam que a forma dos Mileritas de calcular os 2300 anos foi baseado no método de Benjamin Nahawendi. Mas não existem evidências claras a este respeito.  

Veja a linha de tempo abaixo. 




Poderia a semelhança nos períodos e acontecimentos ser uma obra do acaso? Já apresentei neste espaço que fazer cálculo para descobrir quando ocorrerá a volta de Jesus não é apoiadas nas escrituras.  Mas  por outro lado, admiro o desejo destes de ver suas expectativas se cumprindo. Enquanto vivemos em um mundo onde as expectativas de uma solução para este mundo está quase desaparecendo. 

Eles erraram nos seus cálculos. Mas deixaram na história evidências que existe um Deus controlando os limites da história. 

VAMOS A HISTÓRIA.  

Concílio de Constança:  1417, o concílio buscou sanar a divisão de autoridade papal entre Roma, Avinhão e Pisa.

• Eleição de Martinho V: Em 11 de novembro de 1417, o cardeal Oddone Colonna foi eleito papa, adotando o nome de Martinho V.

Retorno a Roma: A eleição unificou novamente a Igreja sob um único líder legítimo e restabeleceu a sede do papado em Roma, encerrando 40 anos de crise institucional

Igreja Adventista. 

A Grande Crise e Reorganização Global (1901–1903)

Até o ano de 1900, a igreja operava sob um modelo altamente centralizado em Battle Creek, Michigan (EUA). O crescimento internacional tornou a liderança da Associação Geral ineficaz para gerenciar as decisões cotidianas de campos distantes.

• A Sessão da Conferência Geral de 1901: Realizada em abril, foi o divisor de águas. No dia anterior à abertura, Ellen White declarou firmemente que "Deus quer uma mudança... bem aqui... agora mesmo", criticando o acúmulo de poder ditatorial ("poder real") nas mãos de poucos administradores.

• Criação das Uniões (1901): Os delegados aprovaram a criação das Uniões-Associações, um nível intermediário de governo que agrupava associações locais. Isso deu autonomia regional para a tomada de decisões na Europa, Austrália e outros continentes, descentralizando o comando de Battle Creek.

• Mudança Temporária de Liderança: Para mitigar a centralização de poder, o cargo de "Presidente da Associação Geral" foi temporariamente abolido em 1901, substituído por um cargo de "Presidente do Comitê Executivo" liderado por Arthur G. Daniells. O cargo de Presidente formal foi restabelecido na sessão de 1903.

• Dissolução de Entidades Independentes: Sociedades médicas e de publicações que antes agiam de forma paralela e independente (como as lideradas pelo Dr. John Harvey Kellogg) foram integradas como departamentos oficiais da estrutura da igreja.

• Mudança da Sede Mundial (1903): Após incêndios devastadores no Sanatório de Battle Creek e na Review and Herald (editora da igreja) em 1902, a liderança interpretou os eventos como um aviso divino para descentralizar as instituições. Em 1903, a sede administrativa mundial foi oficialmente transferida de Battle Creek para Washington, D.C.

A relação entre a destruição de Siló no ano 942 a.C. e o início da profecia dos 2.300 anos (de Daniel 8:14) faz parte de uma interpretação histórica e escatológica do estudioso caraíta Benjamin Nahawendi (século IX d.C.


• Ele calculou as "tardes e manhãs" de Daniel como anos literais.

• Definiu a destruição de Siló no ano 942 a.C. como o marco inicial.

• Ao SUBTRAIR os 2.300 anos a partir de 942 a.C., ele previu que o Messias chegaria no ano 1358 d.C. 

A Destruição: A Bíblia (em Salmos 78 e Jeremias 7) relata que Deus abandonou o santuário de Siló devido à corrupção do povo, permitindo que os filisteus capturassem a Arca. Embora a arqueologia moderna tenda a datar essa destruição por volta de 1050 a.C., cronologias rabínicas e medievais antigas (como a usada por Nahawendi) estimaram o evento em 942 a.C.

Partindo desta data 942 AC ele chegou no ano 1358 DC.  Partindo do ano 457AC os mileritas chegaram a 1843-1844.  

Mas veja, estaria Benjamin Nahawendi errado em estabelecer sua saida de 942AC ? Ou os arqueólogos modernos estão equivocados? Será que as medidas repetidas da história estaria apontando para direção correta? 

Não temos como saber com certeza.  Mas não deixa de ser uma advertência a todos que creem cegamente nas datas apontadas por arqueólogos modernos.   Mas como disse em outras matérias as datas podem ter mais de uma saída.  Creio que o estudo destes períodos repetitivos podem ser útil para a história religiosa no futuro.  

Assim como as medidas da história se repetem de forma semelhante, assim as medidas do santuário se repetem.  

Os assuntos postados neste espaço não tem como objetivo descobrir acontecimentos futuros,  mas tirar dos acontecimentos e suas medidas da história lições  que existe um Deus limitando acontecimentos históricos segundo Suas medidas, não segundo os sonhos humanos. 

As datas e ocorrências desta linha de tempo serão acrescentando mais tarde. 

Reflita.  Quem é grande se quem limita as ocorrências e este é Deus. 

Tenha um bom dia. 

20. Disse Daniel: Seja bendito o nome de Deus para todo o sempre, porque são dele a sabedoria e a força.

21. Ele muda os tempos e as estações; ele remove os reis e estabelece os reis; é ele quem dá a sabedoria aos sábios e o entendimento aos entendidos.

22. Ele revela o profundo e o escondido; conhece o que está em trevas, e com ele mora a luz.

(Daniel, 2)

Assim como Daniel eu dou graças a Deus por revelar quem é grande.


domingo, 4 de outubro de 2026

OS PERÍODOS DO CATIVEIROS BABILÔNICO.

 Imaginar que os períodos ligados a história religiosa não têm alguém monitorando estes acontecimentos, seria uma distorção histórica grave. Seria o mesmo que imaginar que este mundo foi algo do acaso.  Que suas medidas exatas são tudo por causa de uma explosão. 

Tudo tem seus limites.  Tudo tem suas saídas e entradas. Então quem monitora as medidas deste santuário? Seria desproporcional imaginar que temos um tempo para todas as coisas? Jesus muita das vezes disse: "ainda não é meu tempo." 

Em Eclesiastes afirma: "tudo tem seu tempo".  A intelectualidade responsável pela interpretação da Bíblia sagrada, não pode atrazar o crescimento  deste conhecimento. As medidas da história será um testemunho eterno.  

As medidas do templo de Deus se repete na história. As vezes pode estas medidas parecerem confusas. A linha de tempo abaixo é um exemplo. 


Para mundo judaico existe dois tempo de cativeiro . Um esta relacionado a cidade de Jerusalém.  O outro esta ligada ao período do templo de Salomão que foi destruído e reconstrido depois de 70 anos.

É totalmente compreensível esta divisão de tempo. Um período de 70 anos está sobre a cidade e os lideres do povo de Jerusalém.  O outro período sobre a liderança Sacerdotal do santuário. 

O que isto nos ensina?  

Pense nisto.