domingo, 11 de janeiro de 2026

IGREJA CRISTÃ E IGREJAS ADVENTISTAS EM MEDIDAS.

 MOVIMENTOS RELIGIOSOS E SUAS MEDIDAS.

    A igreja cristã passou por muitos conflitos no decorrer de sua história, mas para os cristãos primitivos e para os cristãos Adventistas do Sétimo Dia os dias mais difíceis foram de trinta  anos. A igreja primitiva havia passado por muitos problemas difíceis antes do ano 70, mas no ano setenta algo estava para acontecer, eles esperavam  acontecer. Assim como a igreja adventista estava esperando algo acontecer.  

Um grupo de judeus estavam esperando a destruição de Jerusalém, sabiam que nesta ocasião deveriam fugir para os montes. A igreja adventista também estavam esperando algo acontecer e tinham como mensagem que: a morada no campo era o lugar mais seguro uma vez que problemas morais estavam acumulando neste mundo. Tanto os discípulos, como a liderança adventista, sabiam do evento antecipadamente.  Mas sabiam que as complicações seriam terríveis. Talvez por conflitos internos no judaísmo, entre sua liderança, alguns fugiram para os montes ou outros lugares na redondeza de Jerusalém, para estarem fora do conflito interno da igreja. Outros que estavam de aviso que deveriam fugir no momento em que Jerusalém ser cercada, e que este sinal era a hora para se esconder nos montes. Ficaram na cidade por mais algum tempo. Quando Jerusalém foi cercada no ano setenta,  o grupo já sabia ser o momento de fugir de Jerusalém. Aguardaram e subitamente o cerco  se desfez,   Tito que havia cercado a cidade, teve que retornar a Roma, e aproveitando este momento os cristãos restantes fugiram para os montes antes do retorno de Tito. Assim que Tito assumiu o trono de seu pai, que havia morrido enquanto ele cercava Jerusalém, ele retorna a Jerusalém e a cercou novamente.  

Agora quem saiu no tempo certo saiu, quem não saiu de Jerusalém ou morreram de fome, ou pereceram no confronto com o exercito de Tito, mas outros ainda, se tornam escravos de Roma ao serem poupados. 

Ai é que entra o refugio de  Massada. Ali era um refugio de alguns judeus que se achavam superiores aos judeus que residiam em Jerusalém. Estes judeus mais extremistas, estavam na direção da localidade, e resolveram resistir ao cerco de Roma. Mas Tito não recuou, e como não havia como entrar na localidade, resolveu fazer um rampa até o local. Os judeus que haviam sido capturados foram levados a ajudar na construção da rampa.   Os que estavam em Massada tentavam desmotivar os judeus que  ajudavam na  construção da ponte.  Da mesma forma buscavam os que auxiliavam na rampa motivam os lideres de Massada a se entregar. Por causa de Tito, os judeus que já tinham uma discordância da liderança do refugio se distanciaram ainda mais. 

Ao chegar Tito ao refugio dos judeus reformadores, os encontrou todos  mortos. A liderança do refugio ordenou a morte de cada cidadão até o ultimo que também havia de se jogar contra sua espada. A atitude deixou Tito aterrorizado, um homem acostumado em ver a morte, ficou chocado ao ver tamanha falta de sensibilidade.  Escravo seria ruim, mas a morte para ele e seus soldados e judeus, era muito pior. 

Até hoje existem judeus que aplaudem a atitude dos lideres de Massada. Vamos fazer um resumo agora.

  1. Os lideres cristãos sabiam que tinham de fugir para os montes ou lugares longe de Jerusalém. 
  2. Autoridades romanas cercam os judeus que estão atrás dos muros de Jerusalém para os levar como escravos para Roma.
  3. Os judeus e gentios cristãos fugiram antes de existir o cerco ao ver guerras internas entre os lideres judaicos dentro da cidade. Massada foi ocupada pelos judeus zelotes no ano 66 d.C., no início da Primeira Guerra Judaico-Romana. Outros judeus viviam no deserto de onde João o Batista saiu. 
  4. Os lideres judeus de Jerusalém, não aceitaram a rendição as autoridades romanas. Os Cristãos   fugiram depois de Tito voltar a Roma.
  5. Os judeus dentro dos muros que  sobreviveram, se tornaram escravos. 
  6. Massada é cercada por Tito. 
  7. Os judeus capturados ajudaram Tito construir a rampa até Massada.  
  8. Conflitos entre os judeus nas rampas e os de dentro da fortaleza diante dos gentios Romanos. 
  9. Chacina provocada por lideres da fortaleza que decidiram não se tornar escravos.
  10. Quando Tito entrou na fortaleza ainda havia alimento para muito tempo. 
  11. Até um Tito da vida, abominou a atitude dos lideres judeus. 


Na data antes de 1914 já existia um seguimento mais extremista na igreja Adventista, como na história anterior. 

  1. Na primeira guerra mundial os lideres convocam Adventistas cercando estes com leis obrigando a se apresentar para o conflito. 
  2. Os Adventistas  já sabiam que fugir para os lugares mais afastados das grandes cidades já era ensinado pois haveria uma crise.  As principais visões e conselhos sobre a reforma de saúde, que muitas vezes se conectam com a vida no campo, começaram já em 1863 e 1865. Ellen White escreveu extensivamente sobre mudar para o campo ao longo de muitos anos, especialmente em seus testemunhos e artigos publicados entre  1901 e 1910.
  3. Algumas famílias de adventistas já haviam se mudado para o campo em diferentes países. 
  4. Alguns lideres Adventistas não aceitaram que os Adventistas se envolvessem com pegar em armas como no exercício da guerra no sábado. 
  5. Com inicio da primeira guerra mundial, muitos Adventistas se afastaram das cidades, e evitaram se alistar para o conflito depois de se alistar se tornar obrigatório. Por outro lado alguns pastores incentivaram aceitar a convocação obrigatória. 
  6. Os adventistas foram cercados de todas as formas, para que aceitassem lutar na defesa dos países envolvidos no conflito. Seja por prisões ou outras formas. 
  7. Os que concordavam com a convocação se movimentaram a persuadir os que se recusavam a pegar em armas se intitulando-se superiores, assim como o refugio de Massada era superior, e por este motivo houve conflito entre eles. Este conflito ideológico tinha outras motivações, mas acabou com a união  com o passar do tempo. 
  8. Por causa da influencia dos que se negaram a pegar em armas, muitos foram presos por não aceitar sob influencia de alguns lideres, que se negaram a pegar em armas em defesa da fé. 
  9. Os países que expulsaram os que defendia a fé de não pegar em armas,  perceberam que estes já estavam bem organizados, ou seja, poderiam fazer muito melhor que fugir ou ser presos. 
  10. A atitude destes de não pegar em armas de forma nenhuma, levou a causa adventista a uma grande desfavor em pró da causa de Deus. 
Este mesmo evento ainda pode se repetir. Assim como entre os judeus, existem hoje indivíduos entre o povo e lideres,  que enaltece os que defenderam a tese de não se entregar aos romanos, e os vê como heróis da fé judaica.
Assim existem hoje, indivíduos e lideres que defendem a tese de que não se deve pegar em armas, e ainda  enaltece a decisão dos que não pegaram em armas. 

Eu fui seguidor destes grupos no passado que defendiam não pegar em armas, antes e depois de ser adventista por algum tempo.  Hoje eu defendo as duas bandeiras. E vou explicar mais abaixo o porque em em que sentido. 

Ter o propósito de não matar pessoas na guerra no sábado ou  em qualquer dia da semana, é mandamento eterno para todo sempre. Mas temos que lembrar que em momentos do juízo de  Deus age de outra forma. Se pegarmos este mandamento de forma rigorosa em todo momento, tiraríamos o direito de Deus eliminar o pecador no decorrer da história. 

Mas vamos dar um voto de confiança a Deus, e dar total liberdade a Ele como autoridade de todo Universo, de fazer o que Ele achar melhor.  Assim absolvemos em nossa mente Deus de qualquer ato que Ele possa fazer, certo? Deus não somente é o que criou  o barro, mas Ele também é o Oleiro. O dono do barro, e do vaso, faz o que achar melhor com o que criou, assim como o Oleiro faz no seu dia a dia. O oleiro decide qual vaso esta pronto para o uso e para a venda, ou se este é inútil para sempre o desfazendo. Deus deu a vida, Deus pode tirar a vida quando quiser, certo?

O problema é que o caráter e justiça e misericórdia, de Deus não é assim. Para entendermos a isto precisamos entender Deus na história. 

As formas de Deus tirar a vida. 

Deus executava seus juízos pelos elementos da natureza, fogo, vento etc... . 

Deus executava seus juízos pela sua palavra.

Deus executava seus juízos por uma pessoa humana. 

Deus executava seu juízo por exércitos grandes ou pequenos de seus escolhidos dentre o seu povo. 

Deus executava seus juízos por exércitos grandes ou pequenos de seus escolhidos dentro as nações que não eram de seu povo. 

Deus executava seus juízos por exercito de uma mesma nação, ou seja, o mesmo exercito desta nação se destruía. 

Deus executava seus juízos por meio de seu exercito de anjos. 

Veja o método de Deus matar ou eliminar o oponente intermitente, era diversificado.

O que isto nos ensina? Ele não tem prazer na morte de ninguém.  Se ele tivesse o prazer de eliminar as pessoas, ele não mandaria ninguém, ele mesmo o faria sem mortes do lado inocente.

Então o porque os inocentes morrem quando Deus pode resolver tudo sozinho?

Esta é a questão a ser ponderada agora. 

Quando a forma de Deus executar o juízo venha ser definido em confrontos armados entre os homens, Ele tem um propósito. 

Mas nós não vamos analisar todos os conflitos agora, vamos direto aos conflitos acima. 

Os judeus desde do ano 457 AC , receberam evidencias que seu tempo havia sido separado como nação, apontando para o Messias.

Assim como os Adventistas do Sétimo dia, também tinham evidencias proféticas para o surgimento na data apontada na profecia do livro de Daniel. Tanto a igreja judaica, como a igreja Adventista, estava focada na vinda, ou seja, para o judaísmo a vinda do Messias e os sinais e a lei, para os adventista a vinda de Jesus e os sinais  e a  lei.

Jesus profetizou "E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim."  (Mateus 24 : 6)

Tanto o judaísmo como o os adventistas  não se atentaram que poderia haver guerra. Não da forma que deveriam.  Estavam tão focados no cumprimento das profecias, que o assunto guerras, ou um guerra passou despercebido pela maioria. Quando começou surgir os conflitos, não havia instrução afinada sobre este tema. As insurreições ou guerras que surgiram antes do ano setenta, não alinhou os pensamentos a respeito delas nem para o judaísmo nem para o cristianismo. Conflitos para eles parecia muito distantes. 

 "E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, ... "  (Mateus 24 : 6)

Quando veio a primeira guerra mundial, foi uma surpresa, para a maioria. "E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..."  (Mateus 24 : 6) para a maioria era apenas rumores sem na verdade dar muita importância para isto. Assim foi para os judeus de Jerusalém, estes judeus se entregar sem ver seu messias não teria logica, imaginaram que  se entregar aos inimigos  seria a ruina, e o messias não teria como vir a eles. Para os adventistas, aceitar a convocação para a primeira guerra mundial também seria estranho pois estes esperavam a volta de Cristo nas nuvens do Céus e morariam na nova Jerusalém.

Para os dois movimentos seria a solução  a vinda, e Jerusalém. Para ambos buscar uma harmonia dos judeus de Jerusalém e os judeus da fortaleza Massada, era sem necessidade. Um se achava superior ao outro. Talvez a senso de superioridade destes grupos bloquearam o alinhamento de decisões em caso de guerra.  É comum ter dois o mais grupos que se acham superior em uma comunidade religiosa. Assim como houve conflitos armados internos em Jerusalém, ouve no EUA, mas não ocasionou um despertamento de alinhamento entre os grupos envolvidos de como fazer em caso de guerra. O motivo era que "E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim."  (Mateus 24 : 6)

Quando você não se assusta, você pode se tornar muitas vezes imprudente, diante de uma dificuldade de uma dificuldade que não sabe que haverá. Mas Jesus também disse: "E, quando ouvirdes de guerras e sedições, não vos assusteis. Porque é necessário que isto aconteça primeiro, mas o fim não será logo."  (Lucas 21 : 9) Em algumas traduções. 

Mas os rumores se cumpriram, a guerra veio. E as diferenças de opiniões também vieram e aumentou o conflito interno. O que faremos a respeito da lei?  Uma vez que já somos da Jerusalém celestial. Uns mais radicais diziam, não podemos ir para este lado do conflito e portar armas em nenhuma circunstancia, outros diziam, podemos ir se for para trabalho assistencial, outros ainda diziam, podemos se render indefinitivamente. 

Agora lideres tomaram a frente de diferentes bandeiras. Cada pais, tinham dificuldades internas para regular pensamentos diferentes. As tentativas dos lideres de se harmonizar parecia infrutífera. E o distanciamento das classes não deu bom fruto para o mundo daquela época.  Nem dentro de Jerusalém adventista, nem dentro da fortaleza Massada. 

Muitos da fortaleza Massada não concordaram em que fossem mortos pelos seus próprios irmão de fé, mas as autoridades constituídas na fortaleza decidiram por decretos como deveria ocorrer o morticínio, não foi decidido por  votos mas pela autoridade imposta. 

Da mesma forma ocorreu em Jerusalém, pela impossibilidade de harmonizar a forma de agir,  trancaram as portas e impuseram seus pensamentos. Tito não tinha pressa. Impôs um cerco de resultados foram terríveis. Mas os Romanos tomaram a cidade, e levaram os que havia vindo buscar para ser escravos. 

Estes mesmos escravos foram de muita sorte, ajudaram a construir uma rampa, que daria entrada a fortaleza de Massada. Quando os soldados  romanos e Tito olhou a cena de morticínio ficou chocado, ele percebeu que estes poderiam resistir ainda mais! Todos estavam mortos.

Os romanos não eram santos do Senhor, mas estavam a serviço de Deus. Seu povo que a tanto tempo tiveram oportunidade de abraçar Jesus, somente alguns judeus saíram pela porta de cidade antes de Tito secar a cidade na segunda vez. Assim como os babilônicos prestou serviço  para Deus levando Seu povo cativo, para trazer juízo sobre Eles, assim  ocorreu na destruição de Jerusalém no ano setenta.]

A  liderança igreja Adventista , assim como outros, no ano 1888 tiveram dificuldades para entender a justiça de Cristo,  entre estes estavam os que mantinham opinião ainda não formada sobre uma eventual guerra que poderia existir. "E, quando ouvirdes de guerras e de rumores de guerras, não vos perturbeis; porque assim deve acontecer; mas ainda não será o fim."  (Marcos 13 : 7) E os que se mostraram com  menos entendimento sobre o assunto sobre justificação pela fé foi os mais radicais em defender seus pontos de vista, de insubmissão ao Estado quanto ao portar armas de guerra, independente se isto estaria atrapalhando o andamento da mensagem de Deus.   A mensagem da justiça pela fé tem como meta muito mais que mostrar a salvação, ela busca conciliar a todos que somos falhos em nossa vida, e até na forma de interpretar a lei.  No ano 44-49 foi escrito o livro da bíblia  de Tiago. E o livro de Gálatas no ano 49 DC A mensagem da justiça pela fé tem como meta muito mais que mostrar a salvação, ela busca a  conciliação de todos que somos falhos em nossa vida. 

 Agripa I tinha como principio buscar a conciliação com a população judaica, e por perseguir os cristãos, como Tiago irmão de João e a prisão de Pedro. Agripa morre no ano 44 DC.  Da mesma forma no ano 44 DC voltava o retorno do controle romano mais direto e opressivo na região contra os judeus. 

No ano 44 DC segue um grupo de cristãos fieis, apresentando a justiça pela fé em Cristo Jesus. Por outro lado, surgiu um grupo trazendo duvidas sobre este ponto. Principalmente do ano 48-50 DC. e foi o evento crucial da igreja de Jerusalém.  
Depois de 26 anos Jerusalém foi cercada ano 70, e os únicos que puderam escapar foram os que entenderam a justicação pela fé, e que foram estabelecidos e firmados pela profecia bíblica  Assim se deu do ano 1914 ao ano 1945. Devemos entender que os discípulos não fundaram outra igreja do ano 70 ao ano 100. A mesma igreja apostólica fora unida por muitos anos.  
O apostolo São João afirma.: "Saíram de nós, mas não eram de nós; porque, se fossem de nós, ficariam conosco; mas isto é para que se manifestasse que não são todos de nós."  (I João 2 : 19)

Com a morte dos Apóstolos, a igreja sentiu o peso de não ter os baluartes da fé diante deles. Da mesma forma segue o cortejo. Mas não um cortejo fúnebre, mas um cortejo triunfante. Cristo é nossa justiça!!

Não costumo comentar as postagens, da linha do tempo, mas por saber da grande dificuldade de muitos entenderem a história do cristianismo, assim como a história triunfante da Igreja Adventista do Sétimo dia venho deixar este simples e confiante testemunho. 

Eu antes de ser Adventista do Sétimo dia, pertenci a um dos movimentos ante armamentista radicais, e tive que estudar muitos livros sobre este tema, tanto da linha adventista inicial que defendia que temos por base mais flexíveis , como de outros grupos separados da Igreja Adventista. O conflito hoje ainda perdura, mais e mais homens defendem uma postura mais rígida sobre o porte de armas na defesa de qualquer pais. Eu entendi que o conflito que ocorreu foi por não entenderem que tinha de se preparar pois ouviriam rumores de guerra, e que este rumores poderia bater em sua porta. Não alinharam de forma necessária. Quando os rumores bateram a porta, não tiveram principalmente do lado dos mais radicais, sensibilidade uma decisão mais equilibrada. 

Na linha Adventista do Sétimo Dia tivemos pessoas que foram convocadas para a guerra, e salvaram pessoas, muitas pessoas que a dor da guerra, os tentava levar para a sepultura, dando o testemunho de que vivem para servir. 
Quando o conflito terminou, em Massada.  Deus trouxe três pessoas que haviam se escondido do morticínio refugio de Massada, assim como três seres escondidos  se salvaram do massacre no cerco de  Massada assim agora estou eu aqui na igreja Adventista para testemunhar. Quando o conflito terminou todos se beneficiaram com o fim da guerra.  "Saíram de nós, mas não eram de nós; porque, se fossem de nós, ficariam conosco; mas isto é para que se manifestasse que não são todos de nós."  (I João 2 : 19)
Como disse antes, se as pessoas não entenderem justiça pela fé ou a Graça, não entenderão que vivemos para salvar, se não enterrem que o final e o começo  da lei,  é fruto da misericórdia, não conseguirão entender que a misericórdia é a base de toda lei. Deus nos limita através da lei para que sejamos misericordiosos, e não legalistas. Ou seja, a misericórdia é antes da lei que é eterna,  e que nenhuma lei é eterna se não resplandecer a misericórdia. 

Nenhuma lei é sumária. pois se for sumária, não há justiça. Mas toda lei é eterna. 

Você pode notar um vazio na linha do tempo depois do ano 100 DC. 

Depois darei continuidade apresentando em ordem os acontecimentos desta linha de tempo. Também te indicarei um livro para ler para que possa entender melhor o assunto sobre a crise de 1914 ao ano de 1987 
LINK para baixar o  livro OS ADVENTISTAS DA REFORMA. Em na língua portuguesa. Você também pode encontrar na rede em outros idiomas.   

Que Deus te abençoe. 
Todas as matérias deste espaço podem passar por revisões e atualizações, não somente na matéria, assim também, nas matérias posteriores. 
jjcordeluz@gmail.com