Unificação: As peculiaridades celtas foram gradualmente alinhadas aos ritos da Igreja de Roma durante o Sínodo de Whitby (664 d.C.).
O Cisma de Avinhão, também chamado de Grande Cisma do Ocidente, foi uma crise na Igreja Católica que durou de 1378 a 1417. O evento dividiu a cristandade europeia sob dois e, depois, três papas rivais ao mesmo tempo, enfraquecendo muito a autoridade da Igreja antes da Reforma Protestante.
O Fim do Cisma
O Concílio de Constança começou em 1414 para resolver a divisão com múltiplos papas.Os líderes religiosos exigiram a saída dos papas rivais da época.Em 11 de novembro de 1417, Martinho V virou o único papa legítimo.A sede da Igreja voltou de vez para Roma
Em Roma
Papa Urbano VI (r. 1378–1389)
Papa Bonifácio IX (r. 1389–1404)
Papa Inocêncio VII (r. 1404–1406)
Papa Gregório XII (r. 1406–1415)
Em Avinhão
Antipapa Clemente VII (r. 1378–1394)
Antipapa Bento XIII (r. 1394–1417)
Em Pisa
Antipapa Alexandre V (r. 1409–1410)
Antipapa João XXIII (r. 1410–1417)
Linha do tempo
753 DC
Em 753 e 754, a aliança entre os francos e a Igreja Católica se aprofundou quando o Papa Estêvão II buscou proteção em território franco. O rei franco Pepino, o Breve ofereceu apoio militar contra os lombardos em troca de legitimação sagrada para sua nova dinastia, resultando na unção real e na criação dos Estados Pontifícios.
O Contexto da Aliança
Busca por ajuda: O Papa Estêvão II sofria fortes ameaças dos lombardos na Itália e não podia mais contar com o enfraquecido Império
O Acordo e as Consequências
Unção sagrada: Em 754, o papa coroou e ungiu Pepino e seus filhos como reis dos francos, conferindo caráter divino ao novo trono.
Doação de Pepino: O rei franco invadiu a Itália, derrotou os lombardos e entregou terras da Romanha e de Ravena ao papado.
Nascimento dos Estados Papais: Essa troca de favores deu origem ao poder temporal dos papas e firmou a base política da Europa
