sábado, 10 de janeiro de 2015

O MOVIMENTO BATISTA E O MOVIMENTO ADVENTISTA

 1260 ANOS E A SAÍDA DE DUAS RELIGIÕES.

Nenhum movimento religioso no mundo nasce do acaso, ou por acidente. E novamente este gráfico demonstra este aspecto. Não quero com este fazer polêmica a respeito dos períodos, quero sim, que o leitor observe que Deus, esta no controle de tudo, apesar de muitas religiões no mundo.





Vou iniciar falando de  Donato de Casa Nigra, bispo da Numídia e posteriormente de Cartago) foi uma movimento religioso cristã, considerada herética e cismática pelo catolicismo. Surgiu nas províncias do Norte de África na Antiguidade Tardia. Iniciou-se no início do século IV e foi extinta no final do século VII.

Inicio. 
Os donatistas, tiveram dificuldades para aceitar o retorno de parte do clero que negaram ao evangelho durante as perseguição de Diocleciano em 303 d.C.-305 d.C. com o fim da perseguição. 
A crença da Igreja na época: (os traditores poderiam voltar ao corpo da Igreja e ministrar os sacramentos, desde que o fizessem seguindo o ritual correto, sem a necessidade de rebatismo ou da reordenação).
Em 311 d.C., os bispos africanos opuseram-se à eleição do arcediago Ceciliano como novo bispo de Cartago. Ceciliano era acusado de ter sido um "traditor", uma vez que havia entregue exemplares das Sagradas Escrituras às autoridades, durante uma perseguição anterior recente. Insatisfeitos, os bispos escolheram como novo bispo a Donato de Casa Nigra, dando origem a um cisma . Em 313 d.C., uma comissão nomeada pelo Papa Melquíades condenou os donatistas, mas eles continuaram a existir, e consideravam-se a única igreja verdadeira.

CONSTANTINO E A NOVA ROMA

Em 13 de junho de 313, o imperador Constantino promulga o édito de tolerância de Milão pelo qual legaliza o cristianismo. Era uma guinada inesperada após a “Grande Perseguição” (Diocleciano em 303 d.C.-305 d.C) Podemos observar que na data de 313 temos uma saída, ou 
seja, o inicio para um período
importante para igreja cristã, não somente com a legalização do cristianismo, 
mas também com a 
condenação dos donatistas.

OS LIVROS APÓCRIFOS  1573

Em 1573 é estabelecida a canonicidade dos livros apócrifos.




A palavra, apócrifo, conforme o dicionário da língua portuguesa, quer dizer: Sem autenticidade, 
ou cuja autenticidade não está provada – Literalmente intensificava: “Oculto”. O termo, cânon é 
derivado da palavra grega, kanôn, que quer dizer: Vara reta, régua. Em literatura cânone, veio a 
significar aquelas escritas que se conformam com a regra ou padrão da inspiração e autoridade 
divina. Nas escrituras hebraicas há trinta e nove livros que os judeus aceitam como canônicos. 
São os mesmos que foram aceitos pela igreja apostólica e pelas igrejas protestantes desde os dias 
da reforma. A estes a igreja romana adicionou 14 escritos (livros ou porções de livros), que são 
apócrifos, e os considera como tendo igual autoridade aos demais. Então canônico e apócrifo são 
palavras antônimas. A primeira diz respeito ao conjunto de livros inspirados e aceitos da bíblia e, 
a segunda diz respeito ao conjunto ou porções da bíblia incluída no cânon da bíblia católica no ano 
de 1573 D.C.






ANO 538 SAÍDA PARA 1260 ANOS

Em 538, pela primeira vez desde o fim da linha imperial ocidental, a cidade Roma estava livre do domínio de um reinado ariano. Naquele ano o reino ostrogodo recebeu o seu golpe mortal (embora os ostrogodos tenham sobrevivido alguns anos mais como povo). Eis a razão por que 538 é uma data mais significativa que 533.




Sumarizando:
(1) O papa já tinha sido geralmente reconhecido (embora de nenhum modo universalmente) como bispo supremo nas igrejas do Ocidente, e tinha exercido considerável influência política, de vez em quando, com o apoio dos imperadores ocidentais.
(2) Em 533 Justiniano reconheceu a supremacia eclesiástica do papa como "cabeça de todas as santas igrejas", tanto no Oriente como no Ocidente, e este reconhecimento legal foi incorporado no código imperial de leis (534).
(3) Em 538 o papado estava efetivamente livre do domínio dos reinos arianos que se seguiram aos imperadores ocidentais no controle de Roma e Itália. A partir de então o papado achava-se em condições de aumentar o seu poder eclesiástico. Os outros reinos tornaram-se católicos um após outro, e visto que os distantes imperadores do Oriente não retiveram o controle da Itália, nos turbulentos acontecimentos que se seguiram o papa emergia frequentemente como a figura principal do Ocidente. O papado obteve autoridade territorial, e eventualmente atingiu o auge no domínio político bem como religioso da Europa. Embora este domínio se tenha concretizado muito mais tarde, o ponto decisivo pode ser encontrado no tempo de Justiniano.

https://www.facebook.com/sementerestauracaofe/posts/4870485771600

RENUNCIA DO PAPA DE SEUS PODERES TEMPORAIS 1798

 "Em 1796, tropas da República Francesa sob comando de Napoleão Bonaparte invadiram a Itália, derrotaram o exército papal e ocuparam Ancona e Loreto. Pio VI pediu a paz, que foi concedida em Toletino em 19 de fevereiro de 1797; mas em 28 de dezembro do mesmo ano, num motim realizado pelas forças papais contra alguns revolucionários italianos e franceses, o popular brigadeiro-general Mathurin-Léonard Duphot, que havia ido a Roma com José Bonaparte como parte da embaixada francesa, foi morto, surgindo assim um novo pretexto para invasão.





 Então, o General Louis-Alexandre Berthier marchou para Roma sem oposição em 10 de fevereiro de 1798 e proclamou a República Romana, exigindo do Papa a renúncia de seus poderes temporais. Como recusou, o Papa foi feito prisioneiro, e em 20 de fevereiro foi escoltado do Vaticano para Siena, e de lá para Certosa, cidade próxima a Florença. A declaração francesa de guerra contra Toscano levou a remoção do líder da igreja (ele foi escoltado pelo espanhol Pedro Gómez Labrador, o Marques de Labrador) pelo caminho de Parma, Piacenza, Turim e Grenoble para a cidadela de Valença (Valence-sur-Rhône), onde faleceu em 29 de agosto de 1799".

 http://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Pio_VI

A SAÍDA PARA OS ADVENTISTAS EM 1843-1844

 E A SAÍDA PARA OS BATISTAS 1608-1609

No ano de 1844 houve um grande desapontamento do movimento adventista que
 apregoava a volta de Jesus neste ano.

Como sua obra tendia a edificar as igrejas, foi por algum tempo olhada com favor. Mas, decidindo-se os pastores e os dirigentes religiosos contra a doutrina da segunda vinda de Cristo, e desejando suprimir toda agitação a respeito, não somente se opuseram a ela, do púlpito, mas também negaram a seus membros o privilégio de assistir a pregações sobre o assunto, ou mesmo falar de tal esperança nas reuniões de oração da igreja. Assim, encontraram-se os crentes em grande provação e perplexidade. Amavam suas igrejas, e repugnava-lhes o separar-se delas; mas como vissem suprimido o testemunho da Palavra de Deus e negado o direito de pesquisar as profecias, compreenderam que a lealdade para com o Senhor lhes vedava a submissão.



 Não poderiam considerar os que procuravam excluir o testemunho da Palavra de Deus como constituindo a igreja de Cristo, "coluna e base da verdade". Daí o se sentirem justificados em desligar-se dessas congregações. No verão de 1844 aproximadamente cinqüenta mil se retiraram das igrejas.

Assim iniciou a organização das doutrinas da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Mais detalhes pesquise este assunto tema 1844


OS BATISTAS
John Smyth (1570 - 28 de agosto de 1612)
foi um dos primeiros batistas, ministro da Igreja Anglicana e defensor do princípio da liberdade religiosa. Alguns historiadores o consideram como um dos fundadores da Igreja Batista.
A história academicamente aceita sobre a origem das Igrejas Batistas é seu surgimento como um grupo de dissidentes ingleses no século XVII. A primeira igreja batista nasceu quando um grupo de refugiados ingleses que foram para a Holanda em busca da liberdade religiosa em 1608, liderados por John Smyth, um clérigo e Thomas Helwys, um advogado, organizaram em Amsterdã, em 1609 uma igreja de doutrinas batistas.




John Smyth discordava da política e de alguns pontos da doutrina da Igreja Anglicana da qual ele era pastor após uma aproximação com os menonitas e, examinando a Bíblia, creu na necessidade de batizar-se com consciência e em seguida batizou os demais fundadores da igreja, constituindo-se assim a primeira igreja batista organizada. Até então, o batismo não era por imersão, só os batistas particulares, por volta de 1642, adotaram oficialmente essa prática tornando-se comum depois a todos os batistas. A primeira confissão dos particulares, a Confissão de Londres de 1644, também foi a primeira a defender o imersionismo no batismo.
FONTE:



 VOCÊ AINDA PODE VER SOBRE OS 1260 ANOS SE REPETINDO
NO MUNDO ISLÃMICO LINK ABAIXO.

http://adventmedidas.blogspot.com.br/2013/08/o-calendario-islamico-calendario.html





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