sábado, 25 de março de 2017

HISTÓRIA DO JUDAÍSMO E FÉ ISLÂMICA.

Você pode duvidar de tudo, mas nunca da realidade que algum poder maior que você esta no controle de todas a coisas, Deus tem suas medidas, estabeleceu seus limites, e que estes se repetem sem a noção minima dos envolvidos na  história.

O ano 457 antes de Cristo e 638 depois de Cristo foi a saída para dois povos antagônicos, de um lado a fé islâmica, de outro da fé judaica.
No ano 457 a. C. se deu o decreto de Atarxerxes para retorno dos judeus a Jerusalém. 

O que DEUS lhes deu entre os anos 457 até 408, o restabelecimento da capital, do templo e do governo.  Assunto e medida já tratada neste espaço.

https://adventismoemfoco.wordpress.com/2009/06/05/daniel-9-a-vinda-do-messias/

Em 638 d.C. os árabes da fé islâmica, tomaram a Palestina, e com isso, obviamente Jerusalém. Durante séculos aquela ocupação não chegou a criar problemas aos cristãos pois o árabes respeitam a religião cristã e, portanto, as peregrinações seguiam permitidas.
http://rxcruzadas.blogspot.com.br/2009/04/importancia-e-tomada-de-jerusalem.html
687  A mesquita de Omar foi construída no local onde estava instalado o templo dos judeus em Jerusalém
http://glesp.org.br/artigos/102-cronologia-das-cruzadas.html



1095 A Primeira Cruzada foi proclamada em 1095 pelo papa Urbano II com o objetivo duplo de auxiliar os cristãos ortodoxos do leste e libertar Jerusalém e a Terra Santa do jugo muçulmano.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Primeira_Cruzada

Assim como a saída para o movimento da cruzada, ano 1095 em um apelo contra os muçulmanos, foi uma saída para um conflito entre duas religiões, assim com o nascimento de Jesus também foi uma saída para o cristianismo na disputa religiosa o judaismo.



1122  A Questão das Investiduras de 1076 a 1122

A Questão das Investiduras foi um confronto que ocorreu no século XI entre o Estado e a Igreja. Esta última, que por sua vez, pretendia cessar a influência do poder temporal sobre a Igreja, e, além disso, firmar o seu poder sobre os governantes cristãos. Os primeiros personagens desse conflito foi o papa Gregório VII e o imperador Henrique IV, do Sacro Império Romano Germânico. 

https://www.colegioweb.com.br/igreja-e-o-sacro-imperio/a-questao-das-investiduras-1076-1122.html


No ano 27 de nossa era, Cristo iniciou o evangelho da paz, levando ao inicio de conflito sobre qual seria seu papel sacerdotal em contra partida com o sacerdócio de Jerusalém, Muitos não reconhecia sua autoridade para ensinar ou ministrar a palavra, assim como perdoar pecados uma vez que isto era prerrogativa do sacrifício ministrada no templo em Jerusalém, entre outros aspectos sobre sua autoridade e de seus discípulos.

1163-1165 

Os grandes conhecedores da história asseveram que a Roma pa­pal derramou muito mais sangue que a Roma pagã. Quem quiser é só conferir os atos praticados pela Igreja Católica Romana durante a cha­mada 'Santa Inquisição'! Iniciada, em 1163 pelo papa Alexandre III, que no Concílio de Tours, na França, ordenou que o clero procurasse todos os opositores da idolatria romana para processá-los e levá-los a julga­mento.
http://deusfilho.blogspot.com.br/2009/04/inquisicao-evangelica-ou-protestante.html

1165 Os Albigenses, habitantes da cidade de Albi, já haviam sido condenados em 1165 por um conselho eclesiástico por causa de suas doutrinas consideradas heréticas pela Igreja Católica. Na verdade existiam outras seitas, mas todas tinham contudo alguns pontos em comum: rejeitavam a fé pregada pela Igreja Católica a qual remontava aos apóstolos e ao próprio Cristo.
http://blogoaprendiz.blogspot.com.br/2013/02/a-inquisicao.html

Em 1164, O Rei Henrique II oficializou o acordo entre o reinado e a igreja, formulado pelo Henrique I, como a Constituição de Clarendon. Dentro desta Constituição, foram proibidos: apelo ao Papa e saída dos ministros ordenados ao exterior sem o consentimento do rei. Os ministros ordenados condenados na Corte Eclesiástica, devem ser julgados na Corte civil. Becket foi, naturalmente, contra esta Constituição e começou a luta entre Rei e Becket (esta constituição permaneceu até 1827)
http://www.dasp.org.br/codigos/historia/historia_reforma.htm

69-70 
Assim como se intensificou  um conflito entre as autoridades romanas e o judaísmo entre o ano 69 - 70 , assim no ano 1164 intensifica as disputas entre o cristianismo católico e o rei Henrique II. Quando Tito cerca a cidade de Jerusalém, seu propósito era manter a cidade sobre suas ordens, assim ele a sitiou e invadiu, mas não desejava destruir a religião nem o templo. Assim também Henrique II, desejava em seu território, estabelecer limites para os lideres católicos, e não destruir a religião. Para ambos governantes, manter o controle em seu território era existencial para se manter no governo.  
A atitude de Henrique não desencadeou um conflito (1164) mas deu um sinal claro que havia  ainda um conflito entre o poder do Estado e  o poder Religioso, assim como havia um conflito mal resolvido entre judeus e romanos.
http://adventmedidas.blogspot.com.br/2015/09/os-construtores-de-templos.html



O cristianismo católico vivia um dilema, onde seria a sede papal, e quem seria o líder de todo catolicismo existente no mundo.  

Em 11 de novembro de 1417, o concílio elegeu Odo Colonna, que tomou o nome de Martinho V, com o que terminou o grande cisma do Ocidente e foi restabelecida a unidade. 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_Cisma_do_Ocidente


Até o ano de 1417 estava em cheque o líder do cristianismo na Terra, disputas entre o clero. Até o ano de 321 estava em cheque que dia seria escolhido pelo cristianismo como dia de guarda uma vez que o cristianismo inicial guardava o sábado, e Constantino reverenciava ainda o Domingo como dia de guarda. Seria Deus do sábado o vencedor? Seria o Deus sol dos romanos, ou o Deus criador,  reverenciado nas cerimônias dos Cristãos? Constantino escolheu o dia do deus sol. Assim o dilema terminou, ficou estabelecido reverencia ao deus sol.

No ano 321 Constantino promulga um decreto no qual o domingo seria guardado por todo os cristãos,

seu objetivo era minimizar o conflito entre os romanos que acreditavam na guarda do domingo e os cristão que guardavam o sábado. Este decreto acabou com um cisma teológico entre o cristãos e o romanos, pelo menos em termos legais.O Domingo para lei do estado passou ser santo. Ainda que não para o cristianismo.

"Constantino, que era pagão portando, idólatra (adorava a ídolos) , introduziu dentro do cristianismo a adoração de imagens. E isso, depois que o Novo Testamento já tinha sido completado e que todos os apóstolos já tinham morrido, no dia 7 de março de 321 AD, Constantino o Grande promulgou a primeira lei civil acerca do domingo, ordenando que todas as pessoas do império romano, exceto os fazendeiros, deveriam descansar no domingo.

Foi o primeiro Decreto Dominical. De 07/03/321, e dizia o seguinte:“Devem os magistrado e as pessoas residentes nas cidades repousar, e todas as oficinas serem fechadas no venerável dia do Sol… ” http://novotempo.com/estaescrito/do-sabado-para-o-domingo/comment-page-1/



A noite para o povo huguenotes na França. 1572.   A noite para o império Romano oriente. 476.


Eu fugirei um pouco do meu estilo de mostrar as medidas da história neste ponto. Quero fazer uma comparação um pouco diferente que costumo fazer. 
Assim como o império romano caiu e suas crenças nunca abandonaram o cristianismo católico romano.  Da mesma forma os huguenotes e suas crenças, ainda  que mortos nunca foram destruídas por completo apesar do massacre.

"O jornalista e político britânico Ian Gilmour cita o caso histórico do massacre de São Bartolomeu em 1572, que iniciou a violência da multidão católica romana contra os huguenotes (protestantes calvinistas franceses), com a justificativa de que os huguenotes tramavam para substituir a monarquia francesa que estava sob a dinastia dos Valois, como um exemplo de terrorismo religioso a par com o terrorismo moderno. Estima-se que entre 2000 a possivelmente 25 mil huguenotes (protestantes franceses) foram assassinados por multidões católicas, e tem sido chamado de "o pior dos massacres religiosos do século". O massacre levou ao início da "quarta guerra" das Guerras de Religião na França, que foi marcada por muitos outros massacres e assassinatos de ambos os lados. Peter Steinfels citou o caso histórico da Conspiração da Pólvora, quando Guy Fawkes e de outros revolucionários católicos tentaram derrubar o governo protestante da Inglaterra, fazendo explodir as Casas do Parlamento, como um caso notável de terrorismo religioso."
https://pt.wikipedia.org/wiki/Terrorismo_crist%C3%A3o

Reflita sobre isto.

Esta postagem, assim como outras, podem ser corrigidas ou ampliadas com o passar do tempo. Jose Ap. Adm
jjcordeluz@hotmail.com


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